Quem tem capuchinha em casa deve estar neste momento presenciando o melhor momento da planta. Sementes caídas na última safra germinam, plantas velhas rejuvenescem, flores amarelas, vermelhas ou laranjas se exibem. E as folhas são ótimas verduras, nutritivas e com gostinho de agrião. Acho que ainda a usamos pouco, mas, se você tiver fartura delas, comece a explorar outras finalidades além das saladas e enfeites de prato (daqui a pouco, as folhas de capuchinha serão tão batidas quanto folhas de manjericão e de hortelã). Experimente nas sopas, nas tortas, no arroz malandro, nas massas.
Outro dia, fiz um tipo de tempurá com elas, rolinhos crocantes embalando filés de espada, e ficaram deliciosas. Agora inventei de forrar a frigideira de omeletes para fazer aquela fritada de cará (clique aqui pra ver a receita) como um timbale vegetal. Desde que descobri esta possibilidade, a fritada de cará, já incluí aí diversos vegetais e temperos para fazer um prato rápido e único. Resolvi usar a capuchinha em volta quando fui ao quintal buscar algum verde para acompanhar o prato. Ia fazer uma salada. Porém, só havia ora-pro-nobis (já coloquei na massa, dá super certo) e capuchinha, que foi minha escolha por estar com folhas grandes e vistosas. Em vez de fazer salada, resolvi economizar louça e energia e metê-las na massa. Antes de picá-las, apreciando o grande tamanho, achei que ficariam melhores embrulhando a fritada. Dois coelhos com meia cajadada. Untei a frigideira - parte de cima e de baixo - com azeite, forrei com folhas lavadas e secas, coloquei sobre esta cama a massa de fritada de cará, fechei com folhas também a parte de cima e deixei em fogo baixo, frigideira tampada, cerca de 7 minutos de cada lado. Coloquei meio a meio, uma xícara de cará ralado e 1 de abóbora crua, também ralada. E temperos como cebola, pimenta, sal, manjericão a gosto.
Nota: se não tiver omeleteira com duas partes, use uma frigideira comum com uma tampa chata - use-a para ajudar a virar a fritada. Ou, vá lá, use um prato. E nhac!





5 comentários:
Coisa mais linda esse blog! Assino e vejo tudo que posta... Muito amor na cozinha! Obrigada por dividir! :)
Por serem folhas pequenas, não conseguiria imaginá-las como embrulho.As forminhas devoraram todas as minhas capuchinhas,da noite para o dia, que ódio!
Tudo por aqui é cuidadosamente gostoso e diversificado um deleite suas informações e descobertas!
Eu ainda me lembro quando eu fiz bioinorgânica junto com você, você saiu da P1 falando:
- Tinha que ter puxado bioinorgânica com o Garrido, estava muito fácil de colar.
Aí depois disso, eu descubro que você estava fazendo iniciação científica com bolsa junto com o Roberto Carlos e ainda publicou esse artigo científico:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39251148/
O Roberto Carlos deve ter escrito esse artigo sozinho e deve ter colado o seu nome, você não deve ter escrito uma linha sequer desse artigo científico, se você não tem capacidade de passar estudando na prova de bioinorgânica, você também não tem capacidade de escrever uma linha sequer de um artigo científico.
A Ana Luiza Vidal Pimentel Santos deve ter ficado com a sua bolsa, outra que também não presta, eu sei muito bem que a Ana Luiza Vidal Pimentel dos Santos é que fica cadastrando o meu nome sem a minha autorização no site de uma imobiliária e de funerária. A ANA LUIZA VIDAL PIMENTEL SANTOS ainda participou do 10th Brazilian Conference on Natural Products (BCNP), que aconteceu em Minas Gerais.
Agora você, Thamires Ferreira de Freitas vai se formar como farmacêutica, graças ao CR 7 que você conseguiu colando na prova. Você representa o que a UFRJ tem de pior.
Você ainda apresentou trabalho na SIAC e na JICTAC.
Você ainda foi expulsa do seu estágio na GSK, depois que o pessoal descobriu que você fica colando na prova, que você não está nem aí para a faculdade e nem para a ciência brasileira, que você ficou dois fazendo iniciação científica, por causa da bolsa de iniciação científica.
Assim que o pessoal da PPD no Brasil descobrir que você é uma pessoa desonesta que fica colando na prova, eles vão te demitir também.
Se você morasse aqui na rua a história seria bem diferente. Em cima da minha rua funciona uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
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