Baião-de-dois (do chef Rodrigo Oliveira)
5 dentes de alho
30 g de manteiga-de-garrafa
1 kg de arroz
2 litros de caldo de galinha ou legumes caseiro
3 folhas de louro
5 g de colorau
Sal a gosto
5 dentes de alho
30 g de manteiga-de-garrafa
1 kg de arroz
2 litros de caldo de galinha ou legumes caseiro
3 folhas de louro
5 g de colorau
Sal a gosto
100 g de toucinho defumado em cubos
100 g de lingüiça defumada em cubos
200 g de carne-seca cozida e desfiada
1 cebola-roxa em cubos
1 pimentão verde em cubos
2 tomates em cubos
1 kg de feijão fradinho cozido e escorrido
100 g de queijo-de-coalho em cubos
Coentro fresco a gosto
50 g de manteiga-de-garrafa
Modo de preparo
Numa panela grande, frite o alho na manteiga-de-garrafa e, antes de dourar, junte o arroz e mexa bem. Junte o caldo fervente, o louro, o colorau e deixe cozinhar com a panela tampada, fogo baixo, até os grãos ficarem macios. Reserve.
Frite o toucinho em sua própria gordura e, quando começar a dourar, junte a lingüiça e a carne-seca mexendo por mais alguns instantes. Passe para um tigela e reserve.
Na mesma panela, aqueça rapidamente a cebola, o pimentão e os tomates.
Misture todos o arroz e as carnes reservadas, o feijão fradinho e o queijo de coalho. acerte o sal e finalize com o coentro e a manteiga-de-garrafa.
Sirva com vinagrete de cebola-roxa e pimenta-fresca.
Rende: 8 porções.
100 g de lingüiça defumada em cubos
200 g de carne-seca cozida e desfiada
1 cebola-roxa em cubos
1 pimentão verde em cubos
2 tomates em cubos
1 kg de feijão fradinho cozido e escorrido
100 g de queijo-de-coalho em cubos
Coentro fresco a gosto
50 g de manteiga-de-garrafa
Modo de preparo
Numa panela grande, frite o alho na manteiga-de-garrafa e, antes de dourar, junte o arroz e mexa bem. Junte o caldo fervente, o louro, o colorau e deixe cozinhar com a panela tampada, fogo baixo, até os grãos ficarem macios. Reserve.
Frite o toucinho em sua própria gordura e, quando começar a dourar, junte a lingüiça e a carne-seca mexendo por mais alguns instantes. Passe para um tigela e reserve.
Na mesma panela, aqueça rapidamente a cebola, o pimentão e os tomates.
Misture todos o arroz e as carnes reservadas, o feijão fradinho e o queijo de coalho. acerte o sal e finalize com o coentro e a manteiga-de-garrafa.
Sirva com vinagrete de cebola-roxa e pimenta-fresca.
Rende: 8 porções.
Nota do Come-se: lembre-se que uma porção de boteco serve mais de uma boca.
A cerveja Indica, de Ribeirão Preto, fez bonito com o arroz. De alta fermentação, ela leva muito malte, lúpulo e....rapadura. Combinação irrepreensível. Mocotó

3 comentários:
Olá Neide,adorei seu blog eu gostaria de saber onde posso encontrar manteiga de garrafa,para fazer o baião de dois
Edilene,
manteiga de garrafa pode ser encontrada em casas do norte ou em mercados municipais (no Mercadão ou no Mercado da Lapa você vai encontrar em vários boxes). Mas, se quiser fazer em casa, também dá certo: Para fazer em casa, leve para ferver 1 litro de creme de leite fresco (não use o creme de lata ou de caixinha, pois apresentam estabilizantes que impedirão a separação da gordura). Abaixe o fogo e vá mexendo até todo o vapor acabar e só restar a gordura com algumas partículas sólidas. Cuidado para não deixar queimar. Quando não houver mais sinal de umidade, espere até amornar e estas partículas assentarem no fundo da panela. Retire a gordura e passe por uma peneira ou pano bem fino. Guarde em vidro seco. Eu já fiz quando precisei e dá certo. Um abraço,
N
No começo do semestre, eu te mandei o meu material antigo de bioinorgânica, só para te ajudar, alguns meses depois, você resolveu comprar a dor dos outros e resolveu praticar linchamento virtual no grupo de duvidas do CAFAR, você não esperou nem o semestre acabar para se voltar contra mim. Me desculpa por ter te mandado o meu material antigo só para te ajudar, eu já deveria saber que você não presta.
Eu vou te contar na treta que você se meteu, a 3 anos atrás a Gabriela Santana Andrade viu que iria ficar reprovada em analítica 1. Teve uma semana que eu peguei um resfriado muito forte, eu cheguei a ficar com febre, então como a Gabriela não podia descontar a raiva dela na professora de analítica 1, a Gabriela resolveu descontar a raiva dela em mim, que estava doente. A Gabriela mandou a amiga dela do curso de pedagogia chamada Ana Beatriz Procession Guimarães entrar no grupo de analítica 1 se passando por uma tal de Simone. Naquele dia a Gabriela e a “Simone” ficaram me humilhando por causa de iniciação científica no grupo de analítica 1. A Gabriela ficou compartilhando com os amigos da atlética de farmácia, um áudio de eu tossindo e gritando que eu estava doente Gabriela. Foi nesse tipo de treta que você se meteu. Você é igualzinha a Ana Beatriz Procession Guimarães, você fica se metendo em problemas, que não são seus.
Eu sei tudo sobre você, eu achei o perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/karollina_04/
https://br.linkedin.com/in/ana-karollina-1a0233349
Mas também você é amiga do Guilherme de Sousa Barbosa. Ano passado, o Guilherme ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. O Guilherme nunca falou comigo na faculdade, a única vez que ele veio falar comigo é para ameaçar me bater. Depois que o Guilherme ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. A Camilly Enes Trindade, a Ana Clara Gomes de Oliveira, a Ana Carolina Vieira Metello, a Bruna Coelho de Almeida, a Giulia Amarante de Almeida Mussi da Silva, a Leticia de Sousa Albuquerque, o Nathan Genovez Dias de Fonseca e o Vinicius Gomes Gadini foram fazer queixinha sobre mim na coordenação da farmácia.
Por causa dessa queixinha, algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa, que nem me conhece, que nunca fez uma disciplina junto comigo e que já concluiu o curso de farmácia. Se esse FDP achou que iria me calar, ele pode ter certeza que ele não conseguiu, eu nunca vou me calar em frente às injustiças. Se esse FDP morasse aqui na minha rua, os traficantes já mandariam esse FDP subir até a boca de fumo. Os traficantes não gostam nada de gente, que faz as coisas para sacanear os outros. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.
Postar um comentário