quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Comida do Acre em São Paulo

Uma castanheira em Acrelândia
A comida do Acre está na moda e Rio Branco vai ter até faculdade de gastronomia, com aula inaugural da Ana Luiza Trajano, do Brasil a Gosto, que volta de lá com a mala cheia (e bota cheia nisto). 


A chef pesquisou a comida local para trazer parte dela ao seu restaurante, onde acontece o festival que vai até de 21 de novembro até 20 de fevereiro de 2012. Aproveite, que não é toda hora que se vê comida acreana por aqui.  


Uma coisa interessante que se vê por lá é o legado da cultura sírio-libanesa (os imigrantes chegaram durante o ciclo da borracha e se espalharam pela Amazônia - parece que dois terços foram para o Acre).  Em Acrelândia, onde estive no meio do ano,  que fica a uma hora da capital, as castanheiras típicas da Amazônia já são raras, restando uma ou outra em destaque no alto entre o mato rasteiro. E não é muito fácil encontrar nos mercados a castanha-do-Brasil  (mais conhecida como castanha-do-pará), mas na capital, Rio Branco, há boas opções.  Porém, tanto em Rio Branco como em Acrelândia, a influência árabe é nítida. Seja nos quibes de macaxeira e de arroz e nos charutões feitos de couve. As saladas de frutas com creme de leite são outra constante, mas, sabe-se lá de que influência.   De qualquer forma, comidas assim e muito mais, você poderá provar no Festival, noticiado hoje pelo caderno Paladar


Charutão de couve com carne

Quibe de arroz 

Quibe de mandioca 

Salada de frutas vendida em botecos
Restaurante Brasil a Gosto
Rua Prof. Azevedo Amaral, 70 - Jardim Paulistano, 3086-3565. Os pratos do Menu do Acre custam entre R$ 24,00 e R$ 82,00.

6 comentários:

Stefano disse...

Aquele quibe de arroz está com uma aparencia fantastica...tem a receita?????

Angela Escritora disse...

stefano, também achei essas friturinhas bárbaras! uso arroz vermelho pra tal, fica ótimo.

Neide Rigo disse...

Stefano, é só cozinhar o arroz molinho, modelar os quibes com recheio de carne - como o quibe tradicional - e fritar.

Com arroz vermelho deve ficar melhor ainda. Mas no Acre, usam mesmo o branco.

Um abraço, n

gelpkes disse...

poderiam abrir este espaço aqui no Rj também

Unknown disse...

A coloração se dá pelo uso do coloral,corante muito usado na culinária do norte e nordeste!Ao cozinhar o aroz, acrescenta o corante no início do cozer.

Ana Carolina Vieira Metello disse...

Eu nunca recebi um e-mail para ser monitor de metodologia científica, eu nem sabia que existia monitoria de metodologia científica, aí chega você e vira monitora de uma disciplina que você só conseguiu vaga como monitora graças à cola. Para ser monitora de uma disciplina na faculdade tem que ter pelo menos CR 6.

Você ainda fala que nunca me fez nada, você só me fez mal, por sua culpa, eu tive que fazer 3 vezes orgânica 1 sem necessidade, por sua culpa, eu estou com a minha graduação toda atrasada.

Eu ainda me lembro quando eu descobri que você estava fazendo IC com bolsa no IBQM, como professor Michael de bioquímica 2.

 

Quer dizer, colou a beça durante o EAD usando o Photomath, está fazendo IC com bolsa e agora vai se formar como farmacêutica graças à cola.

 

Por causa da sua queixinha que você foi fazer na coordenação da farmácia junto com o Gabriel Vasconcelos de Lucena, Camilly Enes Trindade e a Julia Tavares de Azevedo, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.

 

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou, mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar, manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.