sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Um uso para as bananas verdes – caril de banana verde

Já deveria ter começado a usar as bananas verdes dos dois cachos que trouxe do sítio, porque sei que de uma hora para outra todas vão estar maduras no mesmo tempo. Aí, haja cucas, doces, bolos, farofas e moquecas.
Então, ontem resolvi fazer uma receita à moda indiana e já tinha a receita em mente, mas fui conferir no google e achei várias opções de curry de banana verde. Uma inspiração ali, uma adaptação aqui e outra acolá, fiz mesmo do meu jeito. Uma ótima pedida para vegetarianos. Mas meu prato, com arroz e farofa, ainda completei com uma costelinha de porco. Fiquem à vontade para fazer ao pé da letra as receitas que me inspiraram. Esta e esta. De qualquer forma, deixo aqui minha, que ficou tão boa quanto acreditei que ficaria.


Caril de banana verde/ curry de banana verde

5 bananas verdes (usei a figo, mas outra também serve)
1 colher (sopa) de manteiga mais 1 colher (sopa) de óleo de coco-licuri (ou a mesma quantidade em ghee ou manteiga clarificada ou óleo de coco)
8 folhas de curry (se tiver, opcional)
½ colher (sopa) de sementes de cominho
½ colher (sopa) de sementes de mostarda
1 colher (chá) de gengibre ralado
2 dentes de alho socado
1 cebola grande picada
1 pitada de assafétida (se tiver, opcional)
1 colher (chá) de cúrcuma em pó
1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada (ou metade verde, metade vermelha)
1 tomate sem pele picado
2 colheres (chá) de sal ou a gosto
2 xícaras de água quente
1 xícara de leite de coco
1 colher (sopa) de suco de limão
2 colheres (sopa) de folhas de coentro picada

Cozinhe as bananas com casca na panela de pressão, com água que cubra e um fio de óleo. Se estiverem bem verdes, devem ficar macias com meia hora de cocção. Ou use panela comum e certifique-se com um garfo se estão macias. Escorra e deixe esfriar. Descasque, corte em fatias e reserve.
Numa panela aqueça a manteiga e o óleo com as folhinhas de curry (se quiser, use folhinhas de pitanga) e as sementes de cominho e de mostarda, até começarem a pipocar. Junte a cebola, o gengibre, o alho e deixe começar a dourar. Junte a assafétida (se for usar) e a cúrcuma. Mexa bem e junte o tomate, as bananas, o sal e a água quente. Tampe a panela e deixe cozinhar por cerca de 15 minutos em fogo baixo ou até o caldo ficar reduzido e encorpado. Acrescente o leite de coco e deixe ferver. Junte o suco de limão e as folhas de coentro. Confira o tempero e corrija, se necessário. Com arroz branco e nhac. Dá para quatro.

Nota: lembra um curry de batatas. Apesar de ter ficado bem gostoso, imagino que feito com banana meio madura fique ainda melhor. Veja aqui Moqueca de banana nanica.



O prato já estava pronto quando me lembrei que tinha combinado com o Marcos de irmos ver o ensaio aberto da peça O mistério de Irma Vap, no Shopping Frei Caneca. Solução: embalei tudo em marmitas, enrolei num pano e rumei para o conjunto nacional, onde comemos na copa do consultório, tudo reaquecido em microondas. Conclusão: ainda assim, improvisado, requentado, foi muito melhor que comida fast food de praça de alimentação.

11 comentários:

Luciana Macêdo disse...

Fiquei com vontade de experimentar este prato ou a Moqueca de Banana, ainda mais que combina com coselinha de porco.
Bjs!

Anônimo disse...

gostei,além do ranguitcho,do vasinho de flores enfeitando a refeição,beijo!

Renata disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

Oi Neide, vou experimentar esta receita assim que possível. Mudando um pouco de assunto, meu namorado encontrou uma receita de curry em um mangá. O link está aqui: http://www.onemanga.com/Addicted_to_Curry/2/19/
Fizemos outro dia e ficou bem gostoso.
Abraços

Cláudia disse...

Simplesmente fiquei morrendo de vontade de experimentar este caril de banana verde. Você saberia me dizer se consigo estas folhas de curry em Campinas? Gostaria muito de encontrar as frescas, desde que vejo o blog da Agdá.

bjs

Anônimo disse...

Oi Neide, acabei de ver tua foto e materia acompanhando na SAVEUR de fevereiro . Parabens!! Adorei ver mençao tua e dos sabores do nosso Brasil ! Um abraço, Flavia

Neide Rigo disse...

Renata,
achei incrível a receita de curry num mangá. Sensacional. Obrigada por me mandar o link.

Oi, Claudia,
infelizmente não sei onde encontrar as folhinhas a não ser no quintal da minha casa - quando vier a São Paulo eu te arrumo umas folhinhas.

Flavia, eu mesma não vi ainda. Obrigada.


Um abraço,
Neide

Anônimo disse...

Oi Neide!Simplesmente amo seu blog!
Estava lendo quando encontrei esse ingrediente chamado ASSAfÉTIDA, pesquisando no nosso amigo Google descobri que é o nosso coentro de peixe ou coentrão(Eryngium foetidum).
Sou baiana e moro no Nordeste, é um tempero muito ultilizado por nós.Abraços
Rosane

Cris disse...

Fantástico!
Fiz e além de ser super saboroso, o cheiro que fica na casa é muito bom!
Beijo e gratidão!

Cai Hermes Medeiros disse...

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Você nem me conhece, você nunca falou comigo na faculdade e fica falando mal de mim para membros do DCE, que também não me conhecem.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Quem fica "pegando os outros para cristo” é você, que fica falando mal de gente, que nunca fez uma disciplina junto com você.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Quer saber de uma coisa, pode registrar um boletim de ocorrência contra mim, melhor registrar dois boletins de ocorrência contra mim.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Se você tem a capacidade de falar mal de quem nunca te fez nada, você também tem a capacidade de registrar um boletim de ocorrência contra mim.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Você não sabe onde eu moro, onde eu moro é tão perigoso, que nem a clínica da família escapou da violência.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Na minha rua tem uma boca de fumo e em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material para os traficantes fazerem barricadas.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Esses seus amiguinhos do cafar não prestam, você não sabe do que eles são capazes.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Você ainda foi eleito, como diretor de políticas na atual gestão do cafar, uma eleição que só teve uma chapa participante, ser membro do cafar é algo tão ruim, que ninguém quer ser.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Você só foi eleito como diretor de políticas, porque não havia outra chapa participante, não há como alguém que fica falando mal dos outros, igual a você, ser eleito como diretor de políticas, caso houvesse outra chapa participante.

Era só o que me faltava, um cara que nem me conhece, falando mal de mim prós outros. Eu acho que ser psicopata é pré-requisito para ser membro do cafar.

ANA BEATRIZ DE LIMA disse...

Você passou colando em cálculo para a farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que eu podia passar na faculdade sem estudar e quando chegou em orgânica 1. Você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Estava fácil passar na Fernanda. Eu só não passei, porque eu não estudei já que eu achei que você iria me dar cola como você sempre fez no primeiro semestre. Foi por sua culpa que eu tive o desprazer de conhecer a Lages. O motivo pelo qual eu fiquei reprovado em orgânica 1 pela segunda vez foi porque a Lages deu 4 décimos e uma segunda prova final para a Emanuele Lima Silva passar em orgânica 1 e eu não. Quer dizer que cada aluno tem direito a 3 provas e a Emanuele tem direito a 4?

Eu não sabia que para passar em orgânica 1, eu precisava puxar o saco da Lages. Eu achava que para passar orgânica 1. Eu só precisava estudar.

Então a segunda vez que eu fiz orgânica 1 com a Lages. A minha missão foi impedir que a Lages fizesse o que ela fez comigo com qualquer outro aluno. Só depois que as aulas acabaram, foi que eu descobri que a Gabriela Santana Andrade estava fazendo iniciação científica.

Eu não sabia que existiam pessoas naquela turma fazendo iniciação científica. Eu só estava agindo daquele jeito, porque eu achava que estava todo mundo com a vida ruim igual a minha.

Eu não sabia que tinha gente na turma lá no bem bom fazendo iniciação científica. Se eu soubesse disso eu teria trancado orgânica 1. Eu queria ver só a Gabriela Santana Andrade fazendo iniciação científica e ainda em orgânica 1. Depois que a Gabriela passou em orgânica 1.

Ela se voltou contra mim. Ela falou que passou sozinha em orgânica 1. A Gabriela apenas me usou para passar em orgânica 1, depois que ela passou eu não tinha mais utilidade para ela.

Eu sei tudo sobre você (Ana Beatriz de Lima), eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/p/C-q8YN5uQDP/

 

https://br.linkedin.com/in/ana-beatriz-lima-998a1779

 

Mas também você é amiga do Jakson Barros Bonfim. O Jakson pagou outra pessoa para fazer a prova online de orgânica 1 da Lages. O Jakson abriu a empresa Bonfs Home Center com o dinheiro da bolsa de IC, dinheiro esse que ele conseguiu graças à cola. O professor substituto chamado Luis Phillipe Nagem Lopes é o orientador de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Jakson Barros Bonfim. O título do TCC do Jakson Barros Bonfim é Sistematização de casos clínicos do HUCFF e desenvolvimento de website como ferramenta pedagógica: um relato de experiência. Você também é amiga da Jéssica Mel da Silva Faria e o orientador de TCC dela também é o Luis Phillipe Nagem Lopes e o título do TCC dela é Desenvolvimento de um ebook para orientação da equipe de enfermagem sobre administração de medicamentos de alta vigilância em UTI neonatal/pediátrica: relato de experiência.

Depois que o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Você foi fazer uma queixinha sobre mim lá na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixa. Algum FDP da coordenação farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece, que nunca fez uma disciplina junto comigo, que já concluiu o curso de farmácia e que nem mora mais no Brasil. Um funcionário público da coordenação da farmácia da UFRJ abusou do poder, que ele tinha para vazar as minhas informações pessoais.

Se esse FDP morasse aqui em casa. Os traficantes já teriam mandado subir até a boca de fumo, que fica na parte de cima da minha rua. Os traficantes não gostam nada de gente que faz as coisas para sacanear os outros. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa.