sexta-feira, 11 de maio de 2007

DELÍCIAS DA ROÇA


Ontem fui buscar mama Olga na rodoviária. Uma malona inteirinha só de mimos de Fartura. Como o mamão caipira não tem igual – tão doce quanto o papaia, só que mais perfumado, amarelo e infinitamente mais saboroso. Meu pai e eu, gulosos de frutas, comemos um inteiro. Às vezes até dois - cada um, é claro. Este ano deu a primeira grande safra de mangarito. Uns 3 kg no total, mas levando em conta que trouxe apenas uma batatinha de uma horta abandonada de Pirenópolis-GO há uns 4 anos e fomos reproduzindo ano a ano, a colheita foi um sucesso. Vou cozinhar com o frango caipira, que veio limpinho, congelado. Meu pai às vezes sapeca o frango lentamente sobre o fogão de lenha, o que dá à carne e à pele firme um ligeiro toque defumado e, nesta hora, o colesterol que se dane. Para acompanhar, o arroz Batatais, também plantado lá, entre o cafezal. Aqui em casa não conseguimos mais comer arroz agulhinha, sempre insuportavelmente solto. Preferimos o cateto - o arroz gaúcho da Blue Ville -, ou o orgânico da feirinha da Água Branca, o japonês, o integral ou o aromático tailandês. Mas este Batatais é demais. Pelo que sei foi desenvolvido pelo IAC (Inst. Agronômico de Campinas) e é um arroz de sequeiro. Os grãos são intermediários entre o agulhinha e cateto, meio longos, meio gordinhos. Mas o jeitão, depois de cozidos, é de cateto, cremoso, brilhante. O aroma a gente sente de longe e o sabor é maravilhoso, bom até mesmo depois de requentado (eu odeio arroz esquentado, mas tanto este quanto o cateto continuam ótimos). E aquela raspinha no fundo da panela, então?! Saber que é cultivado sem nenhum pesticida e beneficiado sem talcos para brilho faz parte da sensação. Bom, veio ainda a laranja campista ou seleta de campos (e vários outros cítricos, que é tempo deles – limão galego, taiti e rosa, tangerina-cravo, etc) que, como o mamão caipira, quase não tem cultivo comercial. Uma pena (Arca do Slow Food para eles!). É cascuda, docinha, com um monte de sementes e na roça se come com comida. Vai acompanhar bem o frango e o arroz. Pra terminar, um cafezinho também colhido no sítio e recém torrado e moído. Esta safra do último ano saiu até que boa. Não chega a ser um café excelente, mas não faz feio.

5 comentários:

Ananda disse...

"FUI" buscar né??? dirigindo sozinha seu próprio caroo... ahãn!!!

Fernando Gouvea disse...

Que inveja!

Silmara cristina disse...

Ola,estou procurando alguem q possa doar KEFIR pra mim...
Moro em Diadema e gostaria de saber como faco para conseguir.
Se souber de alguem ou tiver para doar,entre em contato pelo fone

(11)

4047-1887
Um abraco
SILMARA DE GODOI

Neide Rigo disse...

Oi, Silmara!
Se tiver como vir buscar na Lapa, posso te arrumar. Escreva pra mim:
neide.rigo@gmail.com
Um abraço,
N

JULIA TAVARES DE AZEVEDO disse...

Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.

“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.

Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?

Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?

Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?

Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:

https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/



Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.