
Meia hora antes, risquei os dois mamõezinhos verdes que colhi no clube, para sair toda a seiva que amarga um pouco. Na hora de fazer, tirei a pele com descascador de legumes e ralei – para ficar mais fininho, usei um daqueles utensílios de tirar casquinha de laranja. Se tiver uma mandolina japonesa, melhor ainda. Ou então, use um ralador fino simples, de R$1,99. Isto não pode ser desculpa. Não costumo seguir receita, mas tenho uma fórmula de molho tailandês para saladas que dá sempre certo: 4 colheres (sopa) de suco de limão; 1 colher (sopa) de açúcar mascavo e 1 colher (sopa) de molho nam pla (molho de peixe – hoje não tinha, então usei meia colher de molho de ostra, todos encontrados facilmente a bom preço nas lojinhas da Liberdade e em alguns supermercados). Aliás, faria a salada mesmo que não tivesse em mãos estes molhos. Usaria shoyo ou só açúcar, limão e sal, sei lá. Sempre alguma coisa comestível e boa há de sair da improvisação quando se usam produtos com a mesma aptidão culinária e de mesma origem. Fica mais difícil de errar. Temperei a salada com pimenta dedo-de-moça, cebolinha picada e tirinhas de coentro-do-pará do quintal (parenses o chamam de chicória e tailandeses usariam o coentro tradicional; mas têm o mesmo sabor). Por cima, um pouco de alho frito e espalharia também um pouco de amendoim torrado e picado, se tivesse. Está pronta a saladinha à moda tailandesa, com a licença que devo pedir pelo excesso de liberdade.
3 comentários:
Vou fazer. Muito obrigada por compartilhar!
Se ve super delicioso!! pronto lo haré! Gracias
Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.
“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.
Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?
Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?
Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?
Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:
https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/
Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.
Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.
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