terça-feira, 22 de maio de 2007

Almôndegas – cozinhando no vapor

Diferente de tantos paulistas, temos o privilégio, Marcos e eu, de almoçarmos em casa todos os dias. O lado ruim é que não temos empregada e damos cabo de nossa própria bagunça, mas o bom é que podemos comer comida fresca todos os dias. Tenho um modo muito particular para lidar com isso sem estresse. Paro de trabalhar (é claro, porque além de fazer este blog e cozinhar, que são quase como terapia, também trabalho) ao meio dia e meia; o Marcos chega às 13 e depois do cafezinho voltamos à labuta às 14 horas. Quase sempre só decido o que vamos almoçar quando vou pra cozinha, a meia hora do fato. Geralmente tiro do freezer uma carne, frango ou peixe, quando não tenho fresco. Às vezes, algum grão como lentilha, feijão, grão de bico. Então deixo meio caminho andado e venho trabalhar. É lógico que em meia hora só posso pensar em coisas rápidas. Nada de carnes de cozimento lento, marinadas, grandes assados. Isto são pra dias especiais. Mas também não gosto de fazer frituras. Primeiro porque meu exaustor mal funciona, emporcalha a cozinha e vai sobrar para mim; e depois porque não faz muito bem mesmo... Agora, que tudo frito fica gostoso, isto não nego. Voltando, o que sobra pra fazer em meia hora são pratos extremamente simples e improvisados com o que tenho de verduras e legumes frescos na geladeira. Ou com o que trago das minhas andanças pelo clube aqui perto (mamão verde, serralhas, ora-pro-nobis, beldroegas).

Hoje descongelei carne moída, mas só decidi na hora que ia virar almôndega.
Como já disse, não gosto de fazer fritura (e ontem já fiz os bolinhos de milho fritos), então faço as bolinhas de carne, passo em farinha de trigo e cozinho no vapor por cerca de 10 minutos, em vez de fritar. Aí é só juntar ao molho de aferventar por 1 minuto. Está pronto. Rapidíssimo. O bolinho temperei com sal, pimenta, cebola, alho e juntei um pouco de miolo de pão umedecido no leite – só pra ficar mais macio. O molho também foi no improviso, porque não tinha muito tomate, mas ficou bem gostoso. Bati no liquidificador 2 tomates e 1 cenoura com um mínimo de água. Refoguei em azeite alho e cebola e despejei os legumes batidos. Temperei com manjericão fresco, orégano, sal, páprica picante e doce e, por último, salsinha picada. Uns 5 minutinhos e estava pronto para receber as almôndegas.


Gosto de usar este utensílio para deixar os bolinhos todos do mesmo tamanho. A farinha é util no cozimento a vapor porque forma uma capinha gelatinosa, mantendo a forma.


Estas cestas de bambu, encontradas na Liberdade, em lojas de produtos asiáticos, são muito práticas pois podem ser apoiadas em qualquer panela aberta. É bom forrar com um pano ou folha de bananeira para os bolinhos não grudarem na trama. Mas qualquer panela de vapor ou cuscuzeira podem ser usadas.

4 comentários:

Ivana Arruda Leite disse...

Genial! Eu adoro almôndega. Pra fugir da fritura, eu fazia no forno, mas elas sempre ficavam muito secas. Este será meu almoço de hoje. Com bolinhos de milho, evidentemente. Beijos

Neide Rigo disse...

Querida Ivana, nunca tentei no forno, mas imagino que demore mais (pelo menos no meu forno ordinário hahaha). Beijos, n

Anônimo disse...

Eu faço almôndegas no microoondas, ainda que o meu aparelho seja antigo e não doure, fica muito bom. É só polvilhar as almôndegas com bastante tomate maduro picado, temperado com cebola, orégano, manjericão e alho frito. fica demais!!! Maria Ruth

JULIA TAVARES DE AZEVEDO disse...

Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.

“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.

Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?

Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?

Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?

Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:

https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/



Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.