


Depois de testar estes pãezinhos só com polvilho doce (se quiser fazer seu próprio polvilho, veja aqui), percebi que o miolo ficou muito denso, pouco expandido, embora a massa tenha ficado mais modelável. Só com o polvilho azedo, a massa expandiu muito e ficou com miolo totalmente oco. Então resolvi que a solução era misturar polvilho doce e polvilho azedo. Deu certo, com miolo preenchido, com bolhas esparsas e textura úmida - lembra o de pão de queijo, afinal o princípio é o mesmo, porém sem queijo e sem leite, de modo que possa servir tanto para quem tem doença celíaca como para os que sofrem com a intolerância à lactose. Ficaram deliciosos com manteiga e são ótimos para substituir os pães convencionais em sanduíches. Testei ainda com mandioquinha e ficou bom. Experimente você também com inhame (taro), mandioca, batata etc e depois me diga o que achou.

125 g de polvilho azedo
125 g de polvilho doce
1 colher (chá) de sal
3 colheres (chá) de açúcar
2 ovos
1/4 de xícara de óleo
Fubá para polvilhar Cozinhe o cará com água até que fique bem macio. Numa tigela, misture os polvilhos peneirados com o sal e o açúcar e esprema por cima o cará bem quente (passe-o em expremedor de batatas diretamente sobre o polvilho). Misture bem com um garfo, fazendo uma farofa úmida. Assim que amornar, amasse bem com as mãos. Junte os ovos batidos com o óleo, aos poucos, e continue mexendo. Se preferir, use o mixer ou a batedeira, pois deve formar uma massa meio grudenta. Uma colher de pau também resolve. Talvez dê para modelar com as mãos se untá-las com óleo. Mas é mais seguro modelar as broinhas usando uma xícara polvilhada com fubá, como estas broinhas de fubá de canjica, que são modelas como mostro aqui em outra receita de broinhas de fubá com polvilho, ambas também sem glúten. Coloque-as em forma sem untar e leve ao forno (com temperatura de média a alta). Deixe até que cresçam e dourem (cerca de 30 minutos). Rende: cerca de 15 pãezinhos Nota: se quiser, substitua o fubá por queijo ralado.
Uma xícara daquelas padronizadas de 240 ml comporta 120 g de polvilho - neste caso, preferi usar balança, já que fui alterando as medidas enquanto testava.
Estes, só com polvilho azedo
Veja receitas das outras quintas sem trigo
Prometo que na próxima quinta não terá nada com cará.


22 comentários:
Hummm... esses pãezinhos deram água na boca... Delícia!
P.S.: Já coloquei a receita da geléia de pimenta no blog. Obrigada!
Beijos
Oi Neide
Sempre que faço pãezinhos de queijo misturo os dois polvilhos e realmente o resultado é excelente. Vou tentar com o cará.
Fiz a manteguina ontem a noite e foi um sucesso hj cedo no desjejum.
Desculpa a minha ignorância... eu não sabia do sucesso que vc é e isso me encheu de orgulho pois nutricionistas assim fazem muita diferença para a nossa categoria. Parabéns!!
Hj postei no blog da Branca e é só clicar aí no meu nome pra vc dar uma passada por lá.
Vc já tinha conhecimento do Z Trim (substituto da gordura na indústria de alimentos)? Lá no blog está bem explicado a respeito dessa fibra dietética fantástica. Vc precisa ver o sorvete como fica lisinho e leve. Vou testar nos bolos e pães e depois te conto.
Bjs
Adriene
Neide,
Que lindos pães!! Esse ano testei mais de 10 receitas de pães de queijo e li o que achei sobre o assunto. O segredo parece estar mesmo na mistura dos dois polvilhos.
bjs
Neide, apesar não não ter nenhum problema com glúten tenho uma amiga celíaca, que sempre me pede para enviar as receitas de pão "gluten free" que encontrar; obviamente o item que ela mais sente falta. Ela tem adorado as últimas quintas, principalmente a dos salgados! Obrigada, mesmo! Abraço
Neide,
como fica esse paozinho "dormido". Clara tem uma coleguinha com intolerancia a glutén, ela ficou doidinha quando conheceu o nosso "pao de queijo". Fizemos biscoitos de Natal com farinha sem glutén (creme de arroz, polvilho e fécula de milho), mas ela sempre reclama q os paes sem gluten ficam duros no outro dia rsrsrs 3 anos e exigente rsrsrs
bjss
Marcia
Hahahahahaha! Ficaram uma delícia! Coloquei um pouco de parmesão ralado, ficou ótimo, só elogios. Longa vida às quintas sem trigo!!!
Ficaram uma delícia!
Quinta feira, o lugar é aqui!
beijin com carin
Flavia Anastácio
Foz do Iguaçu- ACELFOZ
Gostei do blog.Gostei das receitas.Eu gosto muito de cozinhar,mas meu
pão de queijo,e uma coisa que não da certo.Tenho que comprar pronto.Vou te seguir e passar a fazer suas receitas.
Olá Neide (e demais),
um comentário só para agradecer a sua receita, e contar que com inhame (o pequeno, "taro") ficou ótimo.
Beijos
Acabei de fazer seu pão. Ficou uma delícia! Gosto muito de tudo o que você posta. Parabéns por seu trabalho.
Que bom saber, Letícia. Experimente fazer com batata doce também. Da amarela ou roxa. N
Olá Neide, será que dá para fazer um pão inteiro com as suas receitas de paezinhos? Fica a mesma coisa? Grata.
Fernanda,
nunca fiz, mas deve dar. Teste e me conte. Um abraço,n
Oi Neide, será que dá pra fazer com abóbora?
Oi Neide!: NÃO VAI FERMENTO NESSE PÃO?
Inês, NÂO!
Oi Neide, fiz com abóbora e ficou um espetáculo. A massa ficou bem mais fácil de manipular e não usei nada pra envolvê-la. Aqui tem foto: https://instagram.com/p/4SvirBCqvZ/
@dddrocha,
obrigada por me contar. Ficou lindo. No instagram sou neiderigo
Parabéns! Um abraço,n
Oi Neide, já te sigo lá. =)
Fica muito bom com batata baroa (ou mandioquinha ou cenoura amarela, ou batata salsa).
D Neidoca, este é para ir para o livro de receitas!
Neide, será que consigo fazer em versão vegana? Você ja testou?
Obrigada!!!
Eu nunca vi você levantar um dedo para ajudar ninguém, você só pensa em si mesma. Eu não me esqueci quando há 3 anos atrás, você se juntou com a Gabriela Santana Andrade para ficar me humilhando por causa de iniciação científica no grupo de analítica 1, eu estava doente naquele dia, o que você fez comigo não se faz nem com um bicho. Você passou em assistência farmacêutica graças à cola que a Maria Miceli (namorada do Fabrico Pereira dos Santos Maia) deu para você.
Você fez iniciação científica com bolsa e agora você é bolsista TCT da Faperj pelo Laboratório de Síntese Orgânica e Prospecção Biológica (LaSOPB), eu já mandei uma mensagem para a professora Sabrina contando o que você fez comigo, pedindo que ela te expulsasse do LaSOPB e parasse de ser sua orientadora de TCC, mas infelizmente ela ignorou a minha mensagem.
Rayanne Lessa Neves de Lima já defendeu o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o título do TCC foi Síntese de Novos Análogos Triazólicos da Lonidamina como Potenciais Agentes contra o Câncer de Pulmão e de Próstata.
Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/lessa.ray/
https://br.linkedin.com/in/rayanne-lessa-b99347190
Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:
https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763
É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.
Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.
Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.
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