
Pequenos assim, podem ser embalados em celofane para dar de presente
Pra não dizer que não falei de Natal. Bem, a receita foi adaptada de um bolo de fubá convencional que todo ano era feito pelos alunos do curso de nutrição na disciplina de técnica dietética. Outro dia, olhando a velha apostila datilografada, tive idéia de usar fubá branco em vez do amarelo. Aí foi só mudar um pouco a técnica, trocar erva-doce por casquinha de limão e de laranja e incrementar como frutas cristalizadas e passas e eis uma boa opção para quem não pode comer trigo ou simplesmente para quem gosta de variar. O sabor lembra bolo de frutas como os outros e, se não contar que é feito de fubá, é difícil descobrir.


Grandão faz presença, mas a forma tem que ter furo no meio
Bolo de fubá branco com frutas. Ou bolo de natal sem glúten
2 xícaras de fubá de milho branco
2 xícaras de leite ou água
2 xícaras de açúcar
1 pitada de sal
1 xícara de óleo ou manteiga
4 ovos separados
1 colher (sopa) de fermento químico em pó
Raspas de 1 laranja e de 2 limões tahiti
1,5 xícara de frutas secas misturadas: frutas cristalizadas picadas, uvas passas brancas e pretas polvilhadas com 1/4 de xícara de fubá de milho branco
Manteiga para untar e fubá de milho branco para polvilhar a forma
Coloque numa panela o fubá, o leite, 1,5 xícara de açúcar, o sal e o óleo. Leve ao fogo, mexendo sempre, até engrossar. Abaixe o fogo e deixe cozinhar, mexendo sempre, por 10 minutos. Deixe esfriar bem. Junte à panela com a polenta fria as gemas e bata bem (se quiser, use a batedeira). Junte o fermento e as raspas e misture bem com delicadeza para homogeneizar. À parte, bata as claras em neve. Junte o açúcar restante e bata bem até formar um merengue firme. Despeje um pouco das claras sobre a polenta fria e misture. Agora despeje todo o conteúdo da panela sobre o restante das claras em neve e misture delicadamente. Junte as frutas polvilhadas e misture com cuidado. Coloque a massa em duas formas de buraco no meio untadas e enfarinhadas e leve para assar em forno médio pré-aquecido, por cerca de 40 minutos, ou até que a superfície esteja dourada e o bolo, soltando das bordas. Se preferir, use forminhas menores, como pequenas marmitas. Quanto menor a forma, mais uniforme será o cozimento e menor o risco de o bolo desabar, pois sua estrutura é frágil. E não abra a porta do forno enquanto o bolo está assando. Desenforme enquanto o bolo está morno e deixe esfriar sobre uma grade. Se quiser decorar, basta misturar açúcar de confeiteiro e limão - algo como 1 xícara de açúcar para 2 colheres (sopa) de suco de limão. E jogar frutas por cima.
Rende: cerca de 20 porções
Notas
O fubá branco pode ser comprado em mercados municipais. Se não encontrar, procure por farinha para acaçá em lojas de artigos para umbanda. Também é um fubá de milho branco. Eu testei com os dois e ambos deram certo.
Use pequenas marmitas - a massa rende quatro dessas. Quando usei a forma de buraco, ainda sobrou massa para duas marmitas pequenas. Ou use assadeira rasa.

Você pode fazer a receita pela metade para experimentar. E pode deixar assim, simples, ou cobrir com açúcar de confeiteiro e limão. Depois me conte.




12 comentários:
sempre uso farinha de milho branca, é fácil achar por aqui, nunca me ocorreu que era a farinha de acaçá, obá, comida pra oxalá é coisa boa de se fazer
como dizem por aqui: em volta de tantas árvores, nao vi a floresta
ficaram lindos, com cara de Natal
bjss
Delícia!!! Nada como um bolo de fubá... Os meus de trigo nunca foram lá estars coisas, mas nunca errei num de fubá...
Para pratos sem glúten salgados fica muito saborosa a farinha de arroz integral. É mais interessante batê-lo no liquidi na hora pra ficar mais saboroso =D
hehhe ficou com uma cara bonita essa frutas cristalizadas dão um toque especial
com certeza vou fazer para o natal...
parabéns Neide vc sempre nos dá ótimas receitas
Adorei a dica sobre onde comprar o fubá branco. Há muito tempo procuro e nunca encontro. Achei aqui em minha cidade da marca Granfino, na única loja de produtos para Umbanda.
Até os orixás comem sem glúten !!!
Adorei os dois presentes, as dicas de organização da cozinha... de quem usa e não daquelas que ficam de enfeite ... e o bolo... lindo!
Obrigada!
Neide,
tenho uma receitinha maravilha, sem gluten, para partilhar com vc:
Bolo de arroz crú com queijo e canela - SEM GLUTEN
É muito gostoso e a particularidade de ser arroz crú hidratado é nota 10!
Rute
Fiz! E ficou uma delícia, nhac!
Beijinhos, boa viagem e volte logo!
Posso usar essa farinha pra fazer as broinhas de milho de canjica?
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Ficou muito lindo, deve estar uma delícia, glúten faz muito mal, é sempre bom evitar. Nesse blog você encontra ótimas receitas também Mother total
Eu nunca vi você levantar um dedo para ajudar ninguém, você só pensa em si mesma. Eu não me esqueci quando há 3 anos atrás, você se juntou com a Gabriela Santana Andrade para ficar me humilhando por causa de iniciação científica no grupo de analítica 1, eu estava doente naquele dia, o que você fez comigo não se faz nem com um bicho. Você passou em assistência farmacêutica graças à cola que a Maria Miceli (namorada do Fabrico Pereira dos Santos Maia) deu para você.
Você fez iniciação científica com bolsa e agora você é bolsista TCT da Faperj pelo Laboratório de Síntese Orgânica e Prospecção Biológica (LaSOPB), eu já mandei uma mensagem para a professora Sabrina contando o que você fez comigo, pedindo que ela te expulsasse do LaSOPB e parasse de ser sua orientadora de TCC, mas infelizmente ela ignorou a minha mensagem.
Rayanne Lessa Neves de Lima já defendeu o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o título do TCC foi Síntese de Novos Análogos Triazólicos da Lonidamina como Potenciais Agentes contra o Câncer de Pulmão e de Próstata.
Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/lessa.ray/
https://br.linkedin.com/in/rayanne-lessa-b99347190
Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:
https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763
É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.
Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.
Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.
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