quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Chibé do Tordesilhas é um dos ganhadores do Prêmios Paladar


Ela merece!
O chibé reinventado pela Mara Salles, do Tordesilhas, é um caldinho de verão delicioso que guarda apenas a referência do chibé indígena composto simplesmente de farinha da cuia e água do rio. Mas ela não esquece a reverência aos índios - veja o vídeo. O da chef é refrescante, ácido, apimentado e crocante. Sim, as bolinhas de farinha d´água do Uarini (do tipo ovinha) umedecem ligeiramente no fundo do caldo gelado temperado com chicória-do-pará, limão, alho e pimenta-de-cheiro, permanecendo crocantes na boca. Não duras de quebrar os dentes, mas crocantes apenas.
Ontem foi dia de Prêmio Paladar e o chibé levou o prêmio na categoria Laboratório Paladar. Neste ano participei como jurada não dos pratos todos, mas só das rabadas. Foram seis rabadas em dois dias - ganhou a do Pomodori, maravilhosa, com caldo delicado e carne suculenta e gelatinosa. Fui jurada também dos Novos Talentos que premiou em primeiro lugar Leandro do Nascimento Linhares, cozinheiro do Lorena 1989, por seu pargo na chapa com limão-cravo queimado, purê de abóbora-moranga e taioba. Disputa difícil com o segundo lugar, também muito bom. Mas tudo isto você pode ver no Estadão de hoje que traz uma revista cheia de informações preciosas como vários endereços de fornecedores, gentileza de alguns chefs que não escondem ondem compram seus produtos. Ou acompanhe pelo site do Paladar.
A receita do Chibé já tinha sido publicada pelo Come-se há um ano. Veja aqui.

5 comentários:

Gilda disse...

Neide, fui ver de novo o chibé que você havia postado e aproveitei para rever tudo que está junto! Nossa, que vontade de experimentar! Obrigada por partilhar conosco! Um abraço

Marcia H disse...

engracado fui rever o chibé e as outras delícias e ri muito, pois ontem eu fiz algo parecido com chibé, pois meu avô me dava uma espécie de chibé, porém chamado por ele de "mingau de cachorro" rsrsrs, quando estávamos resfriados. era uma comida que aquecia por dentro, farinha, água, alho, limao e muita pimenta do reino, que para mim quando crianca ardia muitíssimo. Fiz com gengibre e pimenta malagueta para ver se os vírus dao uma trégua.
A coleguinha de Clara está adorando as receitas sem glutén. acho que vou fazer esse biscoito com avelas, pois tenho algumas cruas em casa.

Claudia disse...

Neide,

Que bacana que a Mara levou com um chibé, uma receita fantástica. Você descrevendo a crocância do chibé e eu aqui lembrando da farinha d'água com caldo de feijão que eu comia na casa da minha avó, uma delícia da minha juventude. A farinha d'água era tostada na frigideira e depois era servida junto com tudo. Farinha d'água era item de primeira necessidade na casa de meus avós maternos, maranhenses, que depois de casados deixaram o Maranhão para viver na capital federal, então o Rio de Janeiro, onde meu avô era funcionário federal e onde minha mãe nasceu e eu nasci. Desde sempre eu sou louca por farinha d'água que comia-se com quase tudo. A crocância que a farinha adiciona aos alimentos é uma experiência deliciosa que eu não esqueço nunquinha, uma textura única que marcou a minha infância. Adoraria achar a farinha e fazer minha versão de chibé.

Eu ainda acho uma delícia comer açaí (que minha avó chamava de juçara que é o nome que predominava no Maranhão) com farinha d'água. A primeira vez que provei açaí (com a vovó) eu confie mais que aquilo seria bom por causa da adição de farinha d'água do que pela aparência da fruta em si. Enfim, brasilidades.

Beijos,

C.

Margot disse...

Neide, que otimo que a Mara Salles levou esse premio! Aquele post do Tordesilhas, que voce publicou no ano passado, me fez ficar super fa dela. Inclusive, uma das sobremesas que faco, foi adaptada em cima daquela bananinha ouro com creme de acai e sorvete de cupuacu. Dou sempre credito a ela e a voce por terem me inspirado. Alias, esse blog eh o meu poco de inspiracao. Beijao!

RAYANNE LESSA NEVES DE LIMA disse...

Eu nunca vi você levantar um dedo para ajudar ninguém, você só pensa em si mesma. Eu não me esqueci quando há 3 anos atrás, você se juntou com a Gabriela Santana Andrade para ficar me humilhando por causa de iniciação científica no grupo de analítica 1, eu estava doente naquele dia, o que você fez comigo não se faz nem com um bicho. Você passou em assistência farmacêutica graças à cola que a Maria Miceli (namorada do Fabrico Pereira dos Santos Maia) deu para você.

Você fez iniciação científica com bolsa e agora você é bolsista TCT da Faperj pelo Laboratório de Síntese Orgânica e Prospecção Biológica (LaSOPB), eu já mandei uma mensagem para a professora Sabrina contando o que você fez comigo, pedindo que ela te expulsasse do LaSOPB e parasse de ser sua orientadora de TCC, mas infelizmente ela ignorou a minha mensagem.

Rayanne Lessa Neves de Lima já defendeu o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o título do TCC foi Síntese de Novos Análogos Triazólicos da Lonidamina como Potenciais Agentes contra o Câncer de Pulmão e de Próstata.

Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/lessa.ray/



https://br.linkedin.com/in/rayanne-lessa-b99347190



Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:



https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763



É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.





Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.



Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.