quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Mais receitas do Terra Madre Day: baru, araçá, buriti, babaçu

Já falei sobre o Terra Madre Day aqui; depois dei a receita do meu pão e panetone de licuri e, em seguida, publiquei o bolo de pupunha, da Cênia Salles. Agora chegaram as receitas inéditas da Ana Tomazoni, uma das chefes talentosas do nosso convívio do Slow Food aqui em São Paulo. Deliciosas e com ingredientes tão nossos e tão desconhecidos por estas bandas. Para quem quiser se aventurar:

Cookies com babaçu e castanha de baru (receita de Ana Tomazoni)

250 g de cobertura de chocolate meio amargo
2 xícaras de açúcar (320 g)
½ xícara de óleo (100 ml)
2 colheres (chá) de essência de baunilha

4 ovos inteiros
2 xícaras de farinha de trigo (250 g)
1 xícara de
farinha de babaçu (85 g)
1 pitada de sal
1 colher (sopa) de fermento em pó (fermento químico)
1 xícara de açúcar de confeiteiro (130 g)

Para decorar: 1 xícara de chá de castanhas de baru, picadas grosseiramente
Corte e derreta o chocolate meio amargo, em banho maria com o fogo desligado. Em uma tigela grande e funda, coloque o açúcar, o óleo e a baunilha e misture bem. Aos poucos, acrescente o chocolate derretido e os ovos um a um e mexa bem com uma colher após cada adição. Junte a farinha de babaçu e farinha de trigo, o sal e o fermento e amasse bem até obter uma massa homogênea. Cubra com filme plástico e leve à geladeira por no mínimo 6 horas. Retire a massa da geladeira e, com a ajuda de 2 colheres de chá, modele pequenas porções, ou faça bolinhas pequenas, passando uma a uma no açúcar de confeiteiro. Coloque-as em uma assadeira retangular grande, untada e enfarinhada, deixando espaços de, aproximadamente, 4 cm entre elas. Em cima de cada bolinha coloque um pedaço de castanha de baru. Leve ao forno médio (180 ºC), pré-aquecido, por cerca de 10 minutos. Retire do forno e, quando estiverem frios, armazene-os em um recipiente com tampa para que permaneçam crocantes.
Rende: 130 biscoitos


Foto: Ana Tomazoni
Torta de babaçu, alho poró e palmito (receita de Ana Tomazoni)
Massa
1 xícara de chá de leite morno
3 ovos inteiros
1/2 xícara de óleo
½ xícara de farinha de babaçu
1/2 xícara de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de queijo ralado
1 colher (sopa) de fermento em pó
Sal a gosto
100 ml de creme de leite
1/2 ricota amassada – 250 g
Recheio
1 xícara de palmito juçara picado
1 alho poró grande cortados em fatias bem finas (só a parte branca)
1 xícara de salsa bem picado
3 colheres (chá) de cebolinha verde picada
1 cebola picada
3 dentes de alho amassados
Para polvilhar: 1/2 xícara de chá de queijo ralado
Massa: bata tudo no liquidificador.
Recheio: em um recipiente misture todos os ingredientes e acrescente-os a massa liquidificada e já pronta.
Finalização: coloque a massa do liquidificador já com o recheio misturado, em forma bem untada com manteiga e enfarinhada; polvilhe o queijo ralado e asse em forno a 180 ºC, até dourar (cerca de 40 minutos).
Opções de recheio: escarola refogada, brócolis, milho verde, ervilha, repolho, abobrinha etc, no lugar do alho poró.

Rende: 8 a 10 fatias



Manjar com geleia de araçá (receita de Ana Tomazoni)

Para o manjar
1 litro de leite
3/4 de xícara de maisena
1 vidro de leite de coco
1 ½ xícara de açúcar ou a gosto
Doce de araçá
1 kg do fruto
araçá
600 g de açúcar ou a gosto
Suco de 1 limão
Manjar: leve ao fogo todos ingredientes até engrossar bem. Coloque em forma untada com óleo e leve para gelar. Opcional: 1 xícara de coco fresco ralado.
Doce de araçá: descasque os araçás, abra-os, retire as sementes e passe-os numa peneira de taquara ou no liquidificador (se necessário, junte um pouco de água). Numa panela, misture a massa dos araçás, o suco de limão com o açúcar, leve ao fogo e cozinhe, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela.
Sirva o manjar gelado com a geléia de araçá ou doce de araçá mais mole.


Rende: cerca de 20 porções de manjar com doce


Mini tortinhas de babaçu e geleia de buriti (receita de Ana Tomazoni)
Massa
350 g de manteiga
1 xícara de farinha de babaçu
3 xícaras de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de açúcar
1 ovo inteiro ligeiramente batido
Opcional: raspas de limão
Recheio
300 g de chocolate branco derretido
100 ml de leite
3 colheres (sopa) de suco de limão
Decoração: doce de buriti
Massa: coloque todos os ingredientes em um recipiente grande e amasse com as mãos até ficar uma massa lisa. Deixe descansar 30 minutos na geladeira. Abra a massa aos poucos entre dois plásticos novos, com o auxilio de um rolo de abrir macarrão. Coloque nas forminhas pequenas, deixando bem forradas. Fure a massa com palito para não estufar. Leve para assar em forno médio 180 ºC, por cerca de 15 minutos. Deixe esfriar.
Recheio: derreta o chocolate em banho maria (com a água quente, porém com o fogo desligado). Mexa até ficar bem cremoso e liso, junte o leite e o suco de limão bata com auxílio de batedor ou fouet até ficar bem liso.
Montagem e decoração: coloque sobre as mini tortinhas esse creme e decore com doce de buriti derretido: pique o doce, que é vendido em barra consistente, e coloque numa panela com um pouco de água; leve ao fogo baixo e mexa até derreter - se for necessário, junte mais um pouco de água para obter a consistência desejada (se quiser, use a geleia de araçá - receita acima, em vez do doce de buriti).

Rende: cerca de 40 tortinhas (em forma de empadinhas)

5 comentários:

Moira - Tertúlia de Sabores disse...

Adoro as galinhas redondas às pintinhas brancas :)

Claudia disse...

Que receitas maravilhosas Neide, que luxo poder provar!

Bj,

C.

Watchfull disse...

Olá a todos, estou feliz em dizer olá aqui, obrigado pela receita. Eu não tentei fazer dessa maneira. Realmente parece muito delicioso. Minha avó os faz todo fim de semana, mas não como você perguntará a ela neste fim de semana. Portanto, dessa maneira, e as pessoas compram muito, é até uma estratégia de negócios, é claro, eu não vou te dizer com que preço eles lidam, você não terá outras receitas que você pode compartilhar, eu já vi algumas que você enviou, mas não consegui ver novos conteúdos diariamente. aqui, mas eu não vi novas receitas

China B2B Marketplace disse...

Thanks for sharing this amazing piece of information. Keep sharing buddy

JULIA TAVARES DE AZEVEDO disse...

Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação e depois no laboratório de doenças neurodegenerativas. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.

Você vai para a aula só para assinar o nome dos outros na lista de chamada. Uma vez na aula da disciplina de biotecnologia farmacêutica você assinou o nome da Bianca Marques de Sa na lista de chamada e a Bianca nem estava na faculdade naquele dia. A Bianca deve ter gostado de ter ficado reprovada em orgânica 1. A Bianca deveria agradecer a Fernanda por ter reprovado ela, sem sequer ter corrigido a prova dela. Eu não sou a única vítima da Fernanda.

Você ainda fundou a liga de farmacologia da UFRJ. Deve ser por isso, que a liga encerrou as suas atividades ano passado, uma liga formada por uma pessoa, que cola na prova não poderia dar certo.

Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?

Você devia procurar a polícia, eu adoraria ir para a cadeia. Na cadeia, eles vão me aceitar, na cadeia tem espaço para mim. Na UFRJ não tem espaço para mim, na UFRJ só tem espaço para gente rica, que cola na prova e que puxa o saco dos outros igual a você.

Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:

https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/

Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo, um funcionário público da coordenação da farmácia da UFRJ abusou do poder, que tinha como membro da coordenação da farmácia para vazar as minhas informações pessoais para os outros. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1.

Você foi expulsa do projeto de extensão "Tá na hora de tomar o remédio" e "Neurodelas" depois que eu entrei em contato com os membros desses projetos de extensão denunciando o seu mau comportamento na faculdade.

Já que você fez uma queixa sobre mim na coordenação da farmácia, eu resolvi retribuir. Eu mandei um e-mail para a Farmoquímica te denunciando, no e-mail eu falei todas as coisas, que você faz de errado na faculdade e pedindo que você seja demitida.

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.