sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Tem asa e bico

Pendurados, os aparadores de panela - mania que descubri na foto.

Minha avó Zefa gostava de pegar seu pitinho de palha, se acocorar ao lado do fogão de lenha e brincar com a gente de jogo de advinha. E repetia mil vezes a mesma charadinha: o que é, o que é: tem asa, bico e só vive debaixo da cama? Quantas vezes ela perguntasse, tantas vezes respondíamos o que ela queria ouvir. Se não, perdia a graça. “Penico!”. “Não, suas bobinhas. Bule!”. “Mas bule não fica debaixo da cama”. E ela prosseguia com falso desdém, para arrancar gargalhadas: “O bule é meu, eu guardo onde quero”.

Os meus bules e chaleiras não estavam debaixo da cama, mas espalhados pela casa, por isto desconhecia minha mais nova coleção. A
Marizé elogiou a chaleirinha que aparece junto do bolo; eu comentei sobre a coleção de pilões, minha e dela, e descobrimos mais afinidades - gostamos também de asas e bicos. Combinamos de postar o que guardávamos em casa. Percebi que eu tinha mais de 3 exemplares de cada. Portanto, já daria para chamar de coleção (por critério próprio e aleatório), mesmo sem nunca ter tido intenção de. Comprei alguns e ganhei outros de amigos, que, como eu, não sabiam da tal coleção. Havia uns no armário, outros debaixo da pia, na despensa, junto das louças, do lugar de guardar café, com a caixinha de chá, em cima do fogão, guardado na caixa, junto das xícaras. Só agora uni a turminha e fiquei assustada com a quantidade. Fora os que tenho na casa do sítio. Tem bule e chaleiras que ganhei da Lia; tem bulinho de inox, presente da Rosa; chaleirinha chinesa que ganhei da Song; chaleira japonesa trazida pela Carmem; bule de loja mequetrefe; chaleira de bazar de usados; e até de família de amigos – os dois bulinhos idênticos de louça são herança de mãe e tia do meu amigo Luiz Horta, que confiou a mim a tarefa de preservá-los. Assim será.
As chaleiras que mais uso são as duas de alumínio. A da esquerda porque tem capacidade de 5 litros e é ótima quando recebemos um monte de gente pra tomar chá, que faço com capim santo do quintal. E a outra de alumínio, da direita, pequena, uso no dia-a-dia para esquentar água para o arroz. A do meio é a de que menos gosto porque fica babando a água que ferve pelo bico e o plástico preto da tampa e alça me irrita. O chodozinho dos bules é o fininho, de inox (junto com os de louça), presente da minha amiga Rosa, de Ribeirão Preto. É feito artesanalmente por um senhor em Brodósqui (a terra do nosso Portinari) – leva um coadorzinho de pano por dentro e o bico tem mini-portinhola. Preciso agora organizar a gaveta de instrumentos. Talvez descubra outras coleções. Aliás, vendo a foto depois de tirada, já descobri uma outra mania: aparadores de panela... Vai ficando velha e cheia de manias.

Enquanto isso... a coleção de pilões não pára de crescer: os dois grandes, de madeira e de mármore, ganhei da Cenia Salles; e o mini de coco foi trazido de São Luiz pela minha amiga Mônica Manir.

14 comentários:

Lílian disse...

Legal, Neide !!!
E eu não tenho nenhum bule hahaha

leila disse...

ai que lindos! gostei daquele de pescoço comprido e barriga gorda lá em cima à direita :)

Laurinha disse...

Onde posso compra um pilão bão, pra usar de verdade?
Beijinhos,

Neide Rigo disse...

Oi, Laurinha! Depende da finalidade. Da minha coleção eu tenho uns 5 diferentes que uso sempre. O suribashi, de gergelim (encontrado na Liberdade; um de madeira para alho - trouxe um bom de Salvador; um de mármore para especiarias doces - cardamomo, cravo, canela; um de mármore para especiarias salgadas: cuminho, grãos de coentro - estes podem ser encontrados em lojas de artigos de cozinha; um de vidro para limão (também nestas lojas). Se quiser ter só um, tenha um bom de madeira.

Lilian, eu não acredito!

Leila, o que você gostou é uma cafeteira italiana da Tramontina. Uso todos os dias.

beijos, N

laila radice disse...

lindas as coleções!!!olha tá ai duas grandes dicas pro seu A.S.!bjos

Isabel (pipoka) disse...

Neide,

Suas colecções são o máximo. Eu só tenho um almofariz, mas bules tenho uma série deles. Agora quero comprar um daqueles bules japoneses em ferro.

bjs

Elvira disse...

Que colecção mais linda, Neide! :-)

Beijos.

Marizé disse...

Neide, estou maravilhada!!!

Logo, logo te mostro a minha colecção de bules, mas aviso já que não chega nem aos calcanhares da sua ainda por cima cheia de história.

Beijo grande!

Fer Guimaraes Rosa disse...

AMEI essa sua colecao. Os aparadores entao sa simplesmente o fino da bossa! preciso fazer como voce e juntas meus bules. Chaleira so tenho uma, vermelha, que mora em cima do fogao, nunca sai de la. beijao! :-)

Ana disse...

Q. lindoss!!!!
Adoro pilão de madeira.
Seu blog é mto interessante.
Ótima semana.

Me contro Te disse...

me ha encantado este sitio .. excelente

Steve disse...

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Adriel hernandez disse...

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GUILHERME DE SOUSA BARBOSA disse...

Você pega o mesmo ônibus que eu, você já fez bioinorgânica junto comigo, a primeira vez que você veio falar comigo foi ano e foi para ameaçar me bater. Mesmo sem eu ter feito nada contra você. Você devia ter cumprido a ameaça e me espancar até a morte. Morrer para mim é lucro, sofrimento para mim é ver uma pessoa violenta igual a você se dando bem na vida.

Nada justifica a violência, a violência é à força do fraco, o fraco não tem argumento e nem autoridade para conseguir o que quer e tem que conseguir as coisas na base da violência.

Depois que você ameaçou me bater, mesmo sem eu ter feito nada contra você, a sua amiga a Julia Tavares de Azevedo foi fazer queixa sobre mim, lá na coordenação da farmácia da UFRJ, por causa da queixinha que a Júlia Tavares de Azevedo fez sobre mim, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para quem nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.

Se esse FDP da coordenação da farmácia da UFRJ, que vazou as minhas informações pessoais, achou que iria me calar, não funcionou. Medo é para quem tem algo a perder, eu não tenho nada a perder, não sobrou mais nada para mim.

Você devia pensar antes de se meter nos problemas dos outros.

Você ainda faz iniciação científica com bolsa da FAPERJ no laboratório Roderick A. Barnes, será que o Alessandro sabe que você fica ameaçando os outros na faculdade?

Você ainda fez estágio em farmácia comunitária, lá na clínica da família Rodolpho Rocco, será que você ameaçou os outros também lá?

Você ainda está fazendo estágio em operações em pesquisa clínica na ARTHA Research e estágio em farmácia hospitalar no hospital municipal Francisco da Silva Telles, será que você fica ameaçando os outros nesses lugares também?

Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram, no Linkedin e no Lattes:

https://www.instagram.com/gs_baarbosa/

 

https://br.linkedin.com/in/guilherme-dee-sousa-barbosa-3b7a7a25a

 

http://lattes.cnpq.br/0814134791537799

 

Já que você foi homem o suficiente para ameaçar me bater mesmo sem eu ter feito nada contra você, você também é homem o suficiente para vir aqui na boca de fumo, que funciona na parte de cima da minha rua e mandar o traficante me matar, aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornecesse material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Melhor ainda, pega um fuzil com um traficante e dá um tiro na minha cabeça, morrer para mim é lucro, sofrimento é depois de tudo o que você fez comigo, eu ainda ser obrigado a ser da mesma turma que você das disciplinas de Citopatologia Clínica Aplicada e Toxicologia.