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| Na cerca de uma casa perto daqui |
Resposta à última charada: pepininho silvestre. Obrigada a quem participou e parabéns aos vários o leitores que acertaram. Aos que erraram, ao menos passaram perto, não se distanciando da família botânica.
Minha fonte de abastecimento destes pepininhos continua sendo a cerca de uma casa abandonada perto daqui. Foram encontrados pelo leitor/ amigo Guilherme Ranieri durante aquela expedição pelo bairro no Terra Madre Day. Sempre que passo por lá, trago uma mãozada para colocar na salada.
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| Quando verde é comestível - crocante, lembra pepino caipira |
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| Quando maduro não é comestível e fica assim, quase negro e mole |
Na feira de produtores de orgânicos de Porto Alegre eventualmente aparece nas bancas. E por lá também são feitos picles. Por aqui, nunca vi. Fique de olho nas cercas.
Para saber mais sobre este pepino, consulte as páginas da tese do Knnupp (na p. 508 tem fotos) ou procure na literatura internacional com outras sinonimias botânicas, como M. pendula. Ou Melothria guadalupensis (Spreng.) Cogn.; Melothria scabra Naudin; Bryonia guadalupensis Spreng.; Melothria quadalupensis (Spreng.) Cogn.; Bryonia convolvulifolia Schltdl.; Melothria fluminensis Gardner; Melothria donnell-smithii Cogn.; Melothria donnell-smithii var. hirtella Cogn.; Melothria donnell-smithii var. rotundifolia Cogn.; Melothria fluminensis var. microphylla Cogn.
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| Com manteiga, 'papoula' de beldroega, flor de manjericão anis e mini blini |
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| Não, não dá prazer comer mini blini deste tamanho. Foi só uma brincadeira |
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| Bom mesmo é comer na salada |
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| Ou purinho como petisco. Nhac! |








