quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Broinhas de caldo de cana com fubá de canjica. Ou quinta sem trigo 40


Ontem passei o dia em Piracaia e, como tem sido o costume, paramos na volta no Empório Apiário, do Alexandre e da Rosângela, na entrada da cidade, junto à Casa do Artesão.  Desta vez só comprei um queijo de Joanópolis e caldo de cana local para tomar em casa. 


Antes de beber, fiquei pensando que aquele suco rico em sacarose poderia entrar direito numa receita sem precisar ser reduzido até virar açúcar. Se tenho uma receita que pede algum líquido e também açúcar, posso resumir as duas coisas numa só garapa. 


Resolvi então fazer umas broinhas. Fiz uma massa como se fosse uma de bolo, só que mais firme. E excluí o açúcar. Nada demais. Usei fubá de canjica que dá mais estrutura e é mais modelável  (procure fubá de canjica na caixa de busca aí do lado - há outras receitas com ele, explicações sobre o que é e contato para compra. Ou veja pelo menos este post). Para dar certo com o fubá comum, imagino que deva escaldá-lo com o suco de cana e talvez tenha que reconsiderar as quantidades. Mas deixo este teste pra você enquanto ainda tenho muito fubá de canjica - sempre que alguém vem de Minas, me traz um pouco. 


As broinhas ficaram com cara de um bolo mais firme modelado em porções individuais, sem precisar sujar forminhas, ótimas para levar de lanche. Ficaram macias, aeradas e com sabor doce, mas não muito. Um pouco de sal deixou o sabor bem equilibrado e ressaltou a doçura. E o sabor de caldo de cana pode ser sentido como  um leve toque de rapadura.  Com café ... Nhac! 




Broinhas de caldo de cana com fubá de canjica


2 xícaras de fubá de canjica (210 g)
50 g de manteiga  
1 e 3/4 de xícara de caldo de cana (garapa) puro (420 ml)
1/2 colher (chá) de sal 
1 colher (sopa) de fermento químico em pó 
3 ovos 
1 colher (sopa) de erva-doce


Bata todos os ingredientes na batedeira até formar  uma massa cremosa. Se quiser, bata tudo na mão - neste caso é bom misturar à parte, se possível no liquidificador,  os ovos, a garapa e a manteiga e despejar sobre o fubá peneirado com o fermento e o sal. Junte a erva doce e misture.  Retire porções de massa usando duas colheres de chá e coloque sobre uma xícara de café de fundo arredondado umedecida com água e forrada de fubá. Rode a xícara para que a massa seja modelada em bolinha - como pode ver na foto. Coloque em forma untada de manteiga e polvilhada com fubá.  Se quiser, coloque as porções direto na forma, sem modelar em bolinhas. Ou ainda use um modelador de biscoitos, que também fica bom. Leve para assar em forno bem quente e deixe por cerca de 30 minutos ou até as broinhas ficarem firme e coradas. 


Rende: cerca de 50 broinhas (se as porções forem tiradas com colher de chá) 


Com café... nhac!

4 comentários:

hayrton disse...

Cara Neide:
Faça também um doce de abóbora com caldo de cana. Dois litros, ferva bem no tacho e mexa de vez em quando. Ao notar, que está virando uma calda grossa e cheirosa, despeje a abóbora em pedaços. Deixe cozinhar e dê o ponto: em pedaços, em pasta. Se quiser, acrescente coco ralado. É bom demais. Abraços.

Neide Rigo disse...

Hayrton, obrigada pela receita. Vou fazer. O de mamão verde também fica muito bom, já dei a receita aqui.
Um abraço, N

Anônimo disse...

Fiz a outra broinha no final de semana, que cheirinho bom de erva doce!coloquei um ovo a menos,vi que a massa estava bem mole.Na próxima vou diminuir o leite tb, para conseguir moldar melhor.Deve ser a qualidade do fubá do carrefour...
E esses doces cozidos no caldo de cana? hummmm vou dar um jeito de fazer

beijo
Neusa

Paulo Roberto Thomaz Falco disse...

O verdadeiro motivo pelo qual eu fiquei reprovado em orgânica 1 com a Lages, foi porque a Lages deu 4 décimos e uma segunda prova final para a Emanuele Lima Silva passar em orgânica 1 e eu não. Quer dizer que todos os alunos só têm direito a 3 provas e a Emanuele tem direito a 4?

Eu não sabia que para passar em orgânica 1, eu tinha que puxar o saco da Lages, eu pensei que para passar em orgânica 1, eu só precisava estudar. Infelizmente eu não consegui vaga com outra pessoa e tive que puxar orgânica 1 com a Lages de novo. Então a minha missão na segunda vez que eu fiz orgânica 1 com a Lages, foi evitar que a Lages fizesse o que ela fez comigo, com qualquer outro aluno, eu não queria mais que Lages prejudicasse ninguém. Infelizmente eu não consegui vaga de orgexp 1 com outro professor e tive que fazer orgexp 1. Eu perguntei a Lages, se ela estava precisando de um monitor voluntário para a disciplina de orgânica 1 teórica, que eu queria ser monitor. A Lages falou que tinha que esperar abrir processo seletivo. Só que nunca abriu processo seletivo para a disciplina de orgânica 1. Ano passado, eu descobri que a Lages chamou você para ser monitor dela, mesmo sem ter aberto processo seletivo para ser monitor de orgânica 1, você deve ter puxado muito o saco da Lages, você abusou do fato de ser monitor da Lages para disponibilizar ilegalmente uns livros de química orgânica protegidos por direitos autorais na sua pasta no Google Drive. Pirataria é crime, agora eu descubro que você virou representante discente do COAA da farmácia. É isso que acontece com quem comete um crime vira membro do COAA, você deve ter puxado muito o saco de alguém da coordenação da farmácia para virar membro do COAA igual você puxou o saco da Lages. Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/paulorobertofalco/

 

https://br.linkedin.com/in/paulo-falco-856772268?trk=public_post-text

 

Mas você também amigo da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:

 

https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763

 

É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.

 

 

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

 

Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.