quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Pão de nozes com uvas passas

Como já disse aqui algumas vezes aqui no Come-se, a maioria dos meus pães faço na máquina de pão, mesmo quando uso fermentação natural. A minha é velha, uma Oster importada, com a tampa solta, lingueta improvisada pelo meu pai, porque perdi a original e trabalha além da conta sem receber pelos extras.
Fico sempre temerosa de recomendar aqui que se amasse seu pão na máquna. Por isto recomendo sempre o método tradicional. Por dois motivos. Primeiro porque nem todo mundo tem máquina e eu amassei pão por quase 20 anos sem nenhum outro utensílio além de uma bacia (para que ninguém diga: "ah, então é isto, meu pão não dá certo porque eu não tenho máquina" ou "eu nunca faço pão porque não tenho máquina"). E segundo porque se você tem uma máquina e lê as recomendações do fabricante vai ver que subverto totalmente as indicações, especialmente no que se refere à quantidade. Costumo bater mais de um quilo de farinha quando o recomendado seria quinhentos gramas, por exemplo. Então, tenho que ajudar no início com uma colher de pau e às vezes até com as mãos. E depois tenho que deixar a portinhola aberta porque a massa crescida não cabe dentro da máquina. Com isto, é claro, nunca uso a máquina para assar, mas só para bater, no modo massa cujo ciclo dura uma hora e meia, contando com o crescimento. E também porque o pão assado nela não tem cara de pão e sim de bloco e o meu prazer maior é moldar os pães e vê-los crescendo no forno, e depois dourados na forma cheia (nunca fiz um pão - sempre de dois a quatro ou mais porque o trabalho é o mesmo e posso presentear se for muito).
Acho que a maior ajuda da máquina é na hora de levedar a massa, pois durante o frio, sem aquecimento, a gente tem que ser inventiva para fazer a massa crescer: ligar e desligar o forno com a massa dentro, colocar a massa dentro de uma cabaninha bem fechada de plástico preto, botar debaixo de cobertas, acender uma luminária por cima da massa coberta com plástico e pano, amarrar a massa dentro de um saco de plástico grosso com espaço para crescer e mergulhar a embalagem dentro de água morna etc etc. Com a máquina, deixo lá, vou dormir, trabalhar e sei que depois de uma hora e meia a massa estará crescida - no meu caso, um pouco mais às vezes, já que a tampa da minha máquina fica aberta e perde calor. Mas o mau uso de equipamentos vou deixar por sua conta e risco. De minha parte, eu assumo. A receita do pão está no site do Piquenique:

http://piqueniquepertodecasa.blogspot.com/2010/08/pao-de-nozes-com-uvas-passas.html

7 comentários:

Nadia Marrach disse...

Neide, mais uma dica para o pão crescer em dias de frio, porém com sol: deixe o carro no sol e coloque o pão para crescer dentro dele; vira uma verdadeira estufa!

David Ramos disse...

Neide pra mim, a parte de aquecer o ambiente é o pior... ja fiz de tudo até ferro de passar ja usei como improviso! Mas aquecer a cozinha com o forno aberto e mais uma lata de alcool funciona que é uma maravilha... da pra pensar em improvisar uma sauna se bobear!
Nesse fim de semana se o tempo não aquecer ja vou improvisar de novo.. pois não vou deixar de fazer esse pão!!

Abraços Fêssora

Eliane disse...

Eu aprendi a fazer pão na maquina, mas minha mãe faz no braço mesmo e quando usa a maquina nunca segue a receita vai tudo no olhometro e da certo!!!!!!!

Claudia Lima disse...

No inverno eu aqueço um pouco o forno e depois coloco a massa lá dentro para crescer. Funciona bem, só não dá para aquecer demais. De leve é suficiente.
Eu não tenho máquina, gosto de fazer a mão mesmo.
O seu ficou super bonito!
Bjs :)

Mariângela disse...

agora que minha nutricionista me proibiu o pão só me resta babar neste daí rsrsrs beijão!!

Anônimo disse...

Oi me deu uma vontade de comer este pão, voce pode passar a receita? Tenho uma receita mas a sua parece diferente a massa, obrigado. claudiotex@terra.com.br

Ana Carolina Vieira Metello disse...

Eu nunca recebi um e-mail para ser monitor de metodologia científica, eu nem sabia que existia monitoria de metodologia científica, aí chega você e vira monitora de uma disciplina que você só conseguiu vaga como monitora graças à cola. Para ser monitora de uma disciplina na faculdade tem que ter pelo menos CR 6.

Você ainda fala que nunca me fez nada, você só me fez mal, por sua culpa, eu tive que fazer 3 vezes orgânica 1 sem necessidade, por sua culpa, eu estou com a minha graduação toda atrasada.

Eu ainda me lembro quando eu descobri que você estava fazendo IC com bolsa no IBQM, como professor Michael de bioquímica 2.

Quer dizer, colou a beça durante o EAD usando o Photomath, está fazendo IC com bolsa e agora vai se formar como farmacêutica graças à cola.

Você não foi às aulas de biotecnologia farmacêutica e ainda pediu outra pessoa para assinar a lista de chamada no seu lugar.

Você ainda fez estágio em farmácia hospitalar no IPPMG. Você ainda fez o exame nacional de residência (ENARE). Será que o pessoal desses lugares sabe, que você passou colando na prova usando o Photomath?

Por causa da sua queixinha que você foi fazer na coordenação da farmácia junto com o Gabriel Vasconcelos de Lucena, a Camilly Enes Trindade, a Ana Clara Gomes de Oliveira, a Bruna Coelho de Almeida, a Giulia Amarante de Almeida Mussi da Silva, a Leticia de Sousa Albuquerque, o Nathan Genovez Dias de Fonseca e o Vinicius Gomes Gadini e a Julia Tavares de Azevedo, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece, que já concluiu o curso de farmácia e que nem mora mais no Brasil.

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou, mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar. Aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.