quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Hoje é dia de comprar Paladar - Cozinha do Brasil.


Tudo bem, prepare-se para sentir um pouco de raiva por ter perdido tanta coisa boa, caso não tenha ido, mas console-se porque a raiva que sente não  é muito diferente da minha que estive lá e tinha acesso livre a todas as aulas. É que até domingo de manhã estive ocupada preparando minhas próprias aulas - uma no sábado junto com as incansáveis Mara e Ana, com quem tanto aprendo, e outra no domingo, a trilha urbana, que durou até quase 4 da tarde reconhecendo espécies comestíveis em ruas e praças da cidade.  Então, quase nada me sobrou de tempo. Lamentei não ter visto as  palestras do Dória e do Martinelli, sobre assuntos que me interessam, cuscuz e farinhas, a do Edinho sobre feijões, o café sertanejo do Rodrigo e da Ana Rita, da Silvia Jeha sobre ervas, da  Carla Pernambuco, da Roberta, do Rusty e tantos outros que se empenharam para mostrar o melhor dos seus talentos. Sorte que consegui ver um pouco da aula do Alex e da Helena Rizzo e a aula inteira do Thiago Castanho e seu irmão Felipe que  trouxeram um pirarucu do meu tamanho.  Sorte também que apesar dos horários apertados para quem tem que preparar aula e da impossibilidade de ver a aula dos colegas, a gente mergulha num ambiente saturado de informações e reflexões trazidas por apaixonados pelo assunto comida e não tem como sair dali imune à lei da osmose. Então, sempre saio cansada mas me sentindo um pouco mais sabida.

E hoje estou feliz de ver o destaque que nossa aula de invólucros ganhou. Deu muito trabalho, mas aprendemos bastante e foi gratificante ver a reação de quem viu. O passeio na selva urbana também ganhou uma página de fotonovela - esta atividade foi fácil e divertida (só uma correção ao jornal: a joaninha que o Dória tinha encomendado e eu encontrei não é uma  planta, não, e sim o coleóptero mesmo, vivinho - será que ele comeu?).

Para uma cobertura mais profunda, depois de comprar o jornal, melhor ir ao próprio site do Paladar e aos blogs da Nina e do Dória.

11 comentários:

saboracasa disse...

parabéns :)
bjs
paula

vpaulics disse...

você é mesmo o máximo! sim, fiquei com raiva de não ter ido à aula de invólucros e não ter passeado com você nas praças da lapa... parabéns. v.

danbrazil disse...

Genial! Um caderno para guardar!

Anônimo disse...

Cara Neide,

Achei muito bacana a receita do leite de condensado caseiro que você deu no Paladar do dia 3 de agosto. Não apela para "truques baixos" (maizena, leite em pó, etc.) e imagino que o pudim feito com esse leite condensado deve ficar muito gostoso. Só "imagino", porém. Alguma coisa saiu errada. Depois de três horas pipilando em fogo bem baixo, o leite já estava bem escuro, mas ainda líquido. Não havia jeito de aquilo chegar ao ponto. Quando o texto diz que eu devo juntar o leite, o açúcar e o bicarbonato na panela "sem mexer", entendi que posso mexer antes de ligar o fogo, mas não depois. Entendi mal? Devo apenas verter o leite suavemente sobre o açúcar e o bicarbonato, e então ligar o fogo? Se puder me dar alguma luz, agradeço. Parabéns pelo blog!

João Vergílio G. Cuter

jvgcuter@usp.br

Ananda Rigo Nogueira disse...

É a minha mãe!!! =)

Mariangela disse...

parabéns querida,a gente morre de orgulho!!!

Neide Rigo disse...

Obrigada, pessoal!

João, veja aqui no blog, acho que dá pra entender melhor, já que falta espaço no jornal: http://come-se.blogspot.com/2011/07/leite-condensado-caseiro.html
Na verdade, não precisa ficar mexendo enquanto cozinha. Mas pode mexer na hora de misturar os ingredientes. Deve resultar num doce de leite bem fluido. Quando reduzir a 200 ml (se usou 600 ml de leite) está bom. Se ficar bem mole, não tem problema. Vai dar certo do mesmo jeito. O leite é integral. Uma abraço, N

Anônimo disse...

Um abraço, e muito, muito obrigado pela dica. Vou tentar hoje mesmo..

João

Anônimo disse...

O pudim ficou perfeito. Consistência única, muito macio, fazendo carinho na boca. Na falta de amburana, fui de pau de canela. Da próxima vez, deixo a preguiça de lado e vou ao mercadão antes de começar a receita.
Obrigado.

João

Anônimo disse...

Olá Neide,

Seu trabalho sobre CASCAS foi mencionado no Caderno "Nosso Mundo Ssutentável" do jornal Zero Hora de Porto Alegre - RS. Parabéns!!!

Quando virás a Porto Alegre ministrar um curso? Como se faz para trazê-la?
Um grande abraço
Guilherme - jgvg@terra.com.br

Neide Rigo disse...

João, você poderia fazer este comentário no post do pudim - pois teve leitor lá reclamando que não conseguiu fazer. Fico feliz por ter acertado. Canela, amburana, folhinha de limão, etc. Mesmo sem aromatizantes fica bom.

Guilherme, que bom saber. Vou ver se acho a matéria. Quanto a dar aula aí, sabe que sou viajandona. É só chamar que eu vou.

Um abraço, N