quinta-feira, 22 de março de 2012

Chapatis de jatobá com pasta apimentada de banana-da-terra. Ou quinta sem trigo 48

Ontem ganhei da Ana Soares uma farinha de jatobá que já estava pra vencer, que era pra usar logo.  Eu já tive a farinha aqui, já testei algumas coisas, mas não tinha pensando ainda em chapatis. Só agora me veio a ideia. Primeiro misturei água no pó puro. Não, não ficou bom. É muito jatoboso, mesmo para jatobófilos. Pensei em misturar, então, com farinha de milho - tudo a ver com o local onde a farinha é produzida por famílias extrativistas no Assentamento Andalúcia, em Nioaque,  Mato Grosso do Sul.  Juntei água quente, um pouco de sal e uma pitada de sementes de erva-doce, que achei que combinava. Combinou. Com o que servir? Tinha bananas-da-terra na fruteira e pensei numa pasta com pimenta e temperada com cominho e sementes de coentro. Também ornou. Se tivesse folhinhas de coentro, teria ficado melhor ainda.  É claro, quem não gosta de jatobá de jeito nenhum, vai implicar com o gosto. Mas quem aprecia seu sabor forte, precisa comer sem glúten e está convencido que farinha de jatobá (feita com a pura polpa do fruto passado em peneira) é rica em nutrientes, ou está aberto a novas sensações, vai gostar muito.  Como fiz:


Misturei partes iguais: 1 xícara de farinha de milho (65 g) e outra de farinha de jatobá (45 g). Temperei com uma pitada de sal e outra de sementes de erva-doce. Juntei água fervente aos poucos (meia xícara ou até dar o ponto de modelar). Amassei bem e fiz bolinhas do tamanho de um pequeno limão, com 25 g. Prensei entre duas folhas de plástico (pode usar prensa de tortilhas ou abrir com rolo). 


Coloquei na frigideira de ferro bem quente, sem untar,  e deixei dourar dos dois lados. Conforme foram ficando prontos, fui guardando num pote plástico tampado para que ficassem bem flexíveis, e ficaram  - você pode também enrolar num pano, para que não endureçam. 


Deixei os chapatis lá, protegidos, amornando, enquanto fiz a pastinha de bananas. Fritei em bastante óleo quente 1 banana-da-terra, cortadas em pedaços, com casca (assim, terá superfície de absorção de óleo menor). 


Coloquei num pilão 1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada, 1 pitada de cominho e outra de grãos de coentro triturados, 1 pitada de sal e um pedaço de banana descascada. Soquei bem até a pimenta ficar triturada. Juntei uma boa pitada de urucum para a inofensiva pasta ficar vermelha e parecer mais assustadora, e acrescentei o restante da banana. Soquei bastante até a pasta ficar homogênea. Juntei ainda umas gotas de limão, provei e corrigi o sal .


Comi os chapatis ou pães chatos de jatobá com a pastinha só um pouco apimentada e ainda dividi com a Dendê, que adorou, Nhac!


Contato com os produtores da farinha:
CEPPEC - Centro de Produção Pesquisa e Capacitação do Cerrado
Assentamento Andalucia 
Município de Nioaque - MS
Tel. 67 3347-3130 
www.ceppec.org.br
contato@ceppec.org.br 


E não pense que vou deixar de falar de abóboras. Amanhã volto a elas. 

2 comentários:

Angela Escritora disse...

Aqui não existe banana da terra, não é uma pena? não sei porque.

Camilly Enes Trindade disse...

Eu ainda me lembro que numa aula da disciplina chamada Citopatologia Clínica Aplicada, você estava falando com a Julia Agnes Souza da Silva, que aquele era o seu jaleco como farmacêutica. Eu olhei aquilo e pensei:



E o seu jaleco como FDP está onde?



Quer dizer, passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me abandonou em orgânica 1. Agora você vai se formar como farmacêutica como se não tivesse feito nada de errado. Eu sei tudo sobre você. Eu achei o seu perfil no currículo lattes e artigo científico, que você publicou quando fazia iniciação científica na Fiocruz:



http://lattes.cnpq.br/3528188041134518



https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12393758/



A disciplina de Clínica Aplicada foi uma palhaçada só. O Vinicius Gomes Gandini conseguiu o gabarito da prova com alguém da atlética de farmácia, passou na disciplina com nota 10, o professor fazia perguntas a ele e ele não sabia responder, também ele estava colando na prova. O Cai Hermes Medeiros participou dos atos de vandalismo no CCS, junto com os membros do DCE Mário Prata. Se o Cai Hermes Medeiros estudasse em vez de ficar praticando atos de vandalismo, ele já teria passado em cálculo para farmácia, ele entrou na faculdade em 2023 e ainda está fazendo disciplinas do primeiro período.

Teve uma vez, que o professor resolveu não cobrar presença, então a Fernanda Teixeira Moura estava na faculdade e quando descobriu que o professor não iria cobrar presença. Ela foi embora para casa. A Fernanda Teixeira Moura faz iniciação científica com bolsa e apresentou trabalho na SIAC.



Segundo que a Fernanda Teixeira Moura e o Cai Hermes Medeiros fazem parte do CAFAR.



A Isabella Mourão Machado Valle também fazia parte daquela turma. A Isabella me expulsou de todos os grupos de esportes da atlética de farmácia, sem eu nem sequer ter postado uma mensagem. A Isabella fez isso depois que a Emanuelly Boechat Canto de Jesus mandou ela fazer isso. A Emanuelly já se formou como farmacêutica e a Isabella continua na UFRJ, se a Isabella parasse de se meter nos problemas dos outros, ela já teria se formado com farmacêutica. O Guilherme Rehem Pereira também me expulsou do grupo de torcida da atlética de farmácia. Quando eu perguntei o motivo dele ter me expulsado do grupo. Ele me bloqueou sem sequer me responder. Se eles queriam que eu saísse do grupo. Era só me pedir para sair. Não precisava me tratar feito bicho e me expulsar do grupo, sem eu sequer ter postado uma mensagem.



Depois que o Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Você junto com a Ana Carolina Vieira Metello, o Gabriel Vasconcelos de Lucena, a Ana Clara Gomes de Oliveira, a Bruna Coelho de Almeida, a Giulia Amarante de Almeida Mussi da Silva, a Leticia de Sousa Albuquerque, o Nathan Genovez Dias de Fonseca e a Julia Tavares de Azevedo foram fazer queixinha sobre mim na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Se esse FDP morasse aqui na minha rua. Os traficantes já teriam mandado ele subir até a boca de fumo. Os traficantes não gostam nada de gente, que faz as coisas para sacanear os outros. Em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.