segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Comer fora mas tão perto de São Paulo

Já falei aqui da pousada Figueira Grande, da Helenice e do Cássio, mas cada vez que vou lá tenho vontade de contar, porque não há como deixar de comparar com as opções que temos em São Paulo. Quando por aqui é muito bom ou é muito caro ou é muito longe ou tem muita fila. Às vezes, as duas ou três coisas ao mesmo tempo. E o tratamento quase sempre fica aquém do que merecemos. Lá não. Eu ligo no dia, pergunto se ainda dá tempo de reservar o almoço e, mesmo que estejam sem hóspedes, sem programação para o almoço, sempre dão um jeito de preparar algo simples feito com ingredientes cultivados por eles. Helenice é quem cozinha.  Eu nunca pergunto o que tem porque sei que a comida será fresca, com hortaliças colhidas na hora e de preparo simples. Tenho atração por cardápios simples e de surpresas do dia, que possam ser executados com rigor de acordo com as escolhas locais possíveis para a estação.  Cardápios extensos e fixos significam quase sempre que pelo menos uma parte do seu prato estava congelada esperando o seu pedido.  Às vezes basta lavar e fatiar um bom tomate ou pepino da horta, um pouco de sal e azeite e pronto, não precisa mais nada.  


Neste último sábado liguei já meio tarde e ainda assim a resposta foi: estão em seis? então venham que a gente prepara. Chegamos um pouco adiantado e o Cássio, filho da Helenice, nos convidou pra esperar na piscina. Como estávamos com roupa de banho pra irmos à cachoeira depois e o sol estava convidativo, esperamos na água.   Quer tratamento mais VIP que este?  A comida chegou: arroz com feijão rosinha colhido há pouco, chuchu da cerca temperado com orégano da horta, os últimos alhos-porós da safra com amêndoa e molho branco gratinados, coxinhas e asinhas de frango assadas e cobertas com molho de tomate, cebola e cheiro-verde, além de alface, tomate, pepino e salada de repolho com passas, cenoura e maionese. Veja bem que não é nada de mais, mas os ingredientes frescos fazem diferença, assim como o preparo caprichado, a disposição da comida em panelas de barros aquecidas sobre uma chapa quente e o atendimento carinhoso. Gasta-se uma hora ou um pouco mais pra ir. Mas você pode passear pela cidade, conhecer cachoeiras, nadar na represa, passear pela pousada e descansar na rede depois do almoço. Sem dúvida é um ótimo passeio de um dia para um sábado ou domingo ensolarado.  E é claro você pode se hospedar lá, que é um sonho de paz e silêncio, e aproveitar o fim de semana inteiro. Só procure ligar com antecedência. 




 


Pousada Figueira Grande
www.pousadafigueiragrande.com.br
Tel. (11) 4597-6617 . (11) 4597-1665 . (11) 9618-0854 (mesmo que você esteja em São Paulo, precisa do código 11)

3 comentários:

Líviafortaleza disse...

Que lindeza, Neide! Parabéns!

Leticia Cinto disse...

Nossa, que delícia de almoço! Mesmo dispensando o frango (que não gosto), ficaria um manjar dos deuses. Já estou em campanha aqui em casa para conhecer esse lugar :)

Paulo Roberto Thomaz Falco disse...

O verdadeiro motivo pelo qual eu fiquei reprovado em orgânica 1 com a Lages, foi porque a Lages deu 4 décimos e uma segunda prova final para a Emanuele Lima Silva passar em orgânica 1 e eu não. Quer dizer que todos os alunos só têm direito a 3 provas e a Emanuele tem direito a 4?

Eu não sabia que para passar em orgânica 1, eu tinha que puxar o saco da Lages, eu pensei que para passar em orgânica 1, eu só precisava estudar. Infelizmente eu não consegui vaga com outra pessoa e tive que puxar orgânica 1 com a Lages de novo. Então a minha missão na segunda vez que eu fiz orgânica 1 com a Lages, foi evitar que a Lages fizesse o que ela fez comigo, com qualquer outro aluno, eu não queria mais que Lages prejudicasse ninguém. Infelizmente eu não consegui vaga de orgexp 1 com outro professor e tive que fazer orgexp 1. Eu perguntei a Lages, se ela estava precisando de um monitor voluntário para a disciplina de orgânica 1 teórica, que eu queria ser monitor. A Lages falou que tinha que esperar abrir processo seletivo. Só que nunca abriu processo seletivo para a disciplina de orgânica 1. Ano passado, eu descobri que a Lages chamou você para ser monitor dela, mesmo sem ter aberto processo seletivo para ser monitor de orgânica 1, você deve ter puxado muito o saco da Lages, você abusou do fato de ser monitor da Lages para disponibilizar ilegalmente uns livros de química orgânica protegidos por direitos autorais na sua pasta no Google Drive. Pirataria é crime, agora eu descubro que você virou representante discente do COAA da farmácia. É isso que acontece com quem comete um crime vira membro do COAA, você deve ter puxado muito o saco de alguém da coordenação da farmácia para virar membro do COAA igual você puxou o saco da Lages. Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

https://www.instagram.com/paulorobertofalco/

 

https://br.linkedin.com/in/paulo-falco-856772268?trk=public_post-text

 

Mas você também amigo da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:

 

https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763

 

É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.

 

 

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

 

Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.