quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Jiló vermelho em receita indiana

Comprei estes jilós orgânicos na feira do Parque da Água Branca.  São lindos, os mesmos que compramos verdes só que maduros. Já falei do jiló vermelho aqui. Desta vez,  estava mais pensando em guardar sementes para plantar em Piracaia. Mas na segunda-feira veio aqui a indiana Sakuntala, de quem também já falei e quando viu os jilós vermelhos disse que na Índia se come muito deste legume. Não necessariamente vermelho, não necessariamente com a pele. Ela mesma prefere sempre descascar. No caso do vermelho, é ainda mais recomendável, não porque a pele seja ruim de sabor, mas é desagradável na mordida, muito firme, quase como uma casquinha de milho. Eu uso com casca porque acho a cor linda e cada um que tire no prato na hora de comer. Se do pelo da alcachofra ou do caroço da azeitona ninguém reclama, porque resmungar por uma pelinha inocente? Então, quis saber como Shakuntala faria o prato. "Ah, é só refogar cebola e pimenta no óleo, depois junta tomate e cúrcuma em pó, faz um refogadinho e coloca o jiló descascado ou não. Deixa cozinhar e pronto".  Mas não põe nenhum tempero verde?, perguntei. Ah, pode colocar coentro, ela respondeu. Sorte que tinha a erva aqui e ontem separei dois jilós bem vermelhos para semente e o resto foi pra panela.  Estes jilós maduros são mais adocicados, menos amargos, e combinaram com os temperos.  O cominho foi por minha conta.  Uma delícia, com arroz branco. Sem medidas, nem nada, eis a concretização do meu entendimento:










Refogado indiano de jiló 


2 colheres (sopa) de azeite 
1 cebola picada 
1 pimenta dedo-de-moça picada
2 tomates picados
1 colher (chá) de cominho triturado na hora
1 colher (chá) de cúrcuma em pó 
1/2 colher (chá) de sal ou a gosto
6 jilós vermelhos com ou sem pele (pode usar jilós verdes) picados
Folhas de coentro 


Numa frigideira ou panela coloque o óleo, a cebola e a pimenta. Leve ao fogo. Quando a cebola amolecer, junte o tomate picado, o cominho, a cúrcuma e o sal. Mexa e junte um pouco de água. Deixe cozinhar até o tomate amolecer e formar um molho denso. Junte o jiló picado, mexa e deixe cozinhar em panela tampada. Se precisar, junte mais água quente. Prove o sal e corrija, se necessário. Quando o jiló amolecer, desligue o fogo, junte o  coentro e nhac com arroz. 


Rende: 4 porções

8 comentários:

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Tenho vários livros de receita indiana, além das receitas que minha sogra me deu e mais as que aprendi "no olho", com meu meu marido (ambos, eram indianos, já "partiram"...eram de GOA).
Pois bem, Neide, quero dizer que ainda não tinha uma receita indiana de jiló. Agora, já tenho! Obrigada, parece que "sabe" bem!!!

Beijinhos,
da Lúcia

carla disse...

Neide depois do come-se rsrrs, meu quintal não foi mais o mesmo ... aproveito cada espaço,mais ainda não tenho jiló e essa receita estão tão apetitosa vou arranjar alguns pra eu fazer...obrigada por compartilhar as boas e alternativas

Dricka disse...

Ai Neide que delicia. Salivei e olha que almocei quase agora. Amo jiló, a moda indiana então deve ser um pecado!
Bjs

luci disse...

que lindo que ficou,adorei o seu blog beijos

Unknown disse...

Eu estava com vários jilós maduros no pé e peguei esta receita na internet. Acabei de testá-la e ficou maravilhoso, recomendo.

Diona disse...

Tudo de bom! Fiz, amei e recomendo!

Anônimo disse...

Hummm, deve ser delicioso! Vou fazer! Obrigada 😃

ANA BEATRIZ DE LIMA disse...

Eu ainda me lembro que quando a gente estava fazendo orgânica experimental 1, você falou que queria ser professora universitária, então eu te mandei um vídeo ensinando como fazia para se tornar professora universitária, ai chegou em analítica 1, você se juntou a Gabriela Santana Andrade para ficar me humilhando por causa de IC, eu estava doente naquele dia, o que você fez comigo, não se faz nem com um bicho. Você nem esperou o semestre acabar para se voltar contra mim. Você cuspiu no prato que comeu.

 

Quer dizer passou colando em cálculo para a farmácia usando o Photomath, ficou com o CR 7, está fazendo iniciação científica com bolsa e ainda viajou para a Europa com o dinheiro da bolsa de IC:

 

https://www.instagram.com/p/C-q8YN5uQDP/

 

 

O Laboratório de Fitoquímica e Farmacognosia - FF - UFRJ (FitoFar) aceitou que uma pessoa mentirosa e desonesta, igual Hagatha Bento Mendonça Pereira publicasse um artigo científico, esse laboratório não deve ser um bom laboratório para se fazer iniciação científica. Porque graças ao FitoFar, até mesmo você publicou esse artigo científico:

 

https://www.instagram.com/fitofarufrj/p/DVPOIHMErWJ/

 

 

Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages, agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:

 

https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763

 

É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico.

 

 

Por causa da sua queixinha que você foi fazer na coordenação da farmácia, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece, que nunca fez uma disciplina junto comigo, que já conclui o curso de farmácia e que nem mora mais no Brasil.

 

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

 

Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.