quarta-feira, 18 de junho de 2008

Jundiá de Porto Alegre


Tem carne amarelada, suave e farta


É peixe barato, difícil de achar em São Paulo

Viagens sempre rendem muito assunto. De Porto Alegre ainda tem é coisa. Lembrei dos jundiás congelados que o jundiaiense Marcos quis trazer do Mercado Municipal porque lembrava sua infância, quando o peixe era farto no Rio Jundiaí. Quem diria que tínhamos tanto peixe aqui tão perto? Tanto que deu nome à cidade. Com a poluição, ele praticamente desapareceu. Depois do tratamento do esgoto da cidade em 1988, ele já pode ser encontrado novamente, mas ainda em pequena quantidade, pois não adianta só Jundiaí tratar seus dejetos. E as cidades vizinhas?

Jundiá quer dizer peixe de barba, afinal o bicho é um bagre (Rhamdia quelen) bem feioso e barbado, mas a carne é bonita, amarelada e farta, com textura firme e sabor suave. Uma parte virou ensopado e a outra foi grelhada. Os dois jeitos aprovados aqui pelos quatro viajantes.


A cabeça é boa de se comer sozinha, sem censuras. Sempre fica pra eu comer no outro dia bem temperada, bem quentinha, com farinha. Eita, que a morte deste peixe não foi em vão!

Jundiá ensopado
2 jundiás limpos, com cabeça (1 kg)
½ colher (sopa) de sal
2 dentes de alho socados
1 colher (chá) de pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
Suco de 1 limão-rosa
2 colheres (sopa) de azeite de urucum
1 cebola picada
2 tomates picados
1 pimentão verde picado
1 ramo de alfavaca

Cheiro-verde picado a gosto

Modo de fazer: corte a cabeça e, depois, o resto do corpo em postas. Tempere com sal, alho, pimenta e limão. Deixe repousar por 1 hora.
Numa panela, aqueça o azeite e murche nele a cebola. Junte o tomate e o pimentão e mexa bem. Junte meia xícara de água morna e deixe formar um molho. Junte as cabeças e as postas de peixe com o caldinho que formou. Mexa com delicadeza para que um pouco do molho cubra as postas. Tampe a panela e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Junte a alfavaca e o cheiro verde, abafe um pouco e sirva em seguida com arroz ou farinha d´água (ou os dois)



Rende: 4 a 6 porções




Jundiá grelhado

1 kg de postas de jundiá
½ colher (sopa) de sal
2 dentes de alho socados
1 colher (chá) de pimenta dedo-de-moça sem sementes picada
Suco de 1 limão-rosa

Modo de fazer: tempere as postas com sal, alho, pimenta e limão. Deixe repousar por 1 hora. Grelhe na churrasqueira por 5 minutos de cada lado e sirva com arroz e salada.

Rende: 4 porções

2 comentários:

Karen disse...

O rio Jundiaí cortava a cidade onde morava antes de casar. Também morei em Jundiaí e aprendi a origem do nome na escola, realmente não conseguia acreditar que aquele rio sujo e de odor desagradável um dia pudesse ter tido tanto peixe... Uma pena!

Ana Beatriz Procession Guimarães disse...

Você nem faz parte do curso de farmácia e fica arrumando confusão no curso dos outros. Eu não me esqueci, quando há alguns anos atrás você ligou para a minha casa a mando da Gabriela Santana Andrade para me passar um trote. Você falou que era a Simone da minha turma de analítica 1 e depois começou a rir quando eu notei que era trote. Eu fiquei um ano inteiro morrendo de medo de você e da Gabriela Santana Andrade.

 

Depois eu descobri que você fazia pedagogia no campus da praia vermelha. Você nem fazia o curso de farmácia e foi arrumar treta no curso dos outros. Se você tivesse um trabalhinho, você não ficava arrumando confusão no curso dos outros. Fica comprando a dor dos outros e arrumando confusão no curso dos outros. Falta do que fazer. Isso aconteceu ainda sexta-feira, porque sábado não tem aula, então se a treta desse errado, a Gabriela Santana Andrade não precisaria me ver na faculdade no dia seguinte. Agora você se formou em pedagogia. O seu poder na faculdade acabou no momento em que você se formou. Você agora é uma professora particular da Rede Elite de Ensino, será que as pessoas na rede elite de ensino sabem quem você é de verdade?

 

Será que você ensina os seus alunos a passar trote para casa dos outros se passando por outras pessoas também?

 

Eu sei tudo sobre você, eu inclusive achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:

 

https://www.instagram.com/bprocession/

 

 

https://br.linkedin.com/in/ana-beatriz-procession-57b709214

 

Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:

 

https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763

 

É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a professora que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.

 

 

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

 

Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.