sexta-feira, 19 de julho de 2013

Batata doce assada na boca do fogo sobre cacos de casca de coco

Só para emendar no assunto "casca de coco", de ontem, deixe-me me mostrar um jeito que descobri pra assar batata-doce (são as que havia mostrado  no post linkado), naquela mesma panela de alumínio que assa bolo e da qual já falei aqui. Pensando na circulação do calor pela panela tapada, achei melhor deixar as batatas doces apoiadas em algo para que recebessem o calor mais forte na parte de cima da panela. Novamente as cascas de coco foram providenciais. Quero testar também com pedras, mas fiquei feliz com o resultado sobre as cascas. Em meia hora estavam assadas, macias, perfumadas, quase como aquelas assadas em fogueira. 

Para o peixe na folha de bananeira, a técnica sobre as cascas foi perfeita. Sem a folha o peixe se desmancharia.  Próximo teste, pedaços de frango que nem precisam estar embrulhados, apenas apoiados sobre os cacos, pois são mais resistentes. Também pedaços de abóbora etc.

Não estou fazendo propaganda pra ninguém, longe de mim, vade retro, mas esta panela é uma ótima solução de baixa tecnologia para pequenos assados com economia e rapidez,  quando não se quer ligar o forno por pouco ou quando não se tem um. Isto para quem tem fogão de chama. 

Batata doce de Piracaia

E já que e estou falando em batata-doce, veja o tamanho de uma das três bitelas que colhemos em Piracaia. Esta foi plantada por mim sem saber direito dos macetes - fui enfiando na terra dura aqui e ali algumas batatas brotadas. Ainda assim, veja que presente. Aprendi com os caseiros que plantam-se aqui e ali as ramas enroladas, em terra fofa e preparada. Felizmente temos agora o Carlos e a Silvana que adoram preparar a terra como quem arruma a cama macia com lençóis cheirosos e gostam de plantar de tudo e mais um pouco. Por isto, acho que as próximas colheitas serão melhores. Achei engraçado, pois batata-doce não tem muito perfume, que a primeira coisa a fazer o Carlos depois de colher a baita foi levá-la ao nariz para cheirar com cara de alegria. A Silvana lavou e colocou para secar sobre as folhas de abóbora. Uma pra mim, outra pra eles e uma pra amiga Veronika. 




7 comentários:

Ana Canuto disse...

Neide: Uma vez vi o Jaime Oliver improvisando um "defumador". Usou uma lata de biscoitos,colocou uma parte de serragem de uma madeira cheirosa (não me lembro em que país ele estava) e um pedaço de tela de galinheiro. Aí, colocou o alimento que queria assar/cozinhar sobre a tela e a lata sobre uma fogueira.
Et voilà. Isso é bem a minha "cara" e acho que a sua também, hehehe !

marta disse...

...." quando não se quer ligar o forno por pouco ou quando não se tem um"...
É o meu caso !!!!!! mas nem por isso deixo de ler os teus posts.!!!!!!!

Guilherme Ranieri disse...

flagrei uma leucena fartona ali atrás, na foto em que o Carlos ergue a batata.

Anônimo disse...

Neide os asiáticos fazem as folhas da batata, as ramas voçê sabe como fazer? ou será que é alguma batata especifica, como a mandioca.

Camila disse...

Que delícia! Essa é a Ipomoea batatas? Plantei dela em vaso aqui só por conta das flores, vi uns vasos pendentes que ficam lindos! Fiquei babando das suas capuchinhas aí na foto, já tentei plantar vários saquinhos e nada de brotar =(
Bjos!

Neide Rigo disse...

Ana, sim, há vários improvisos pra fazer fumaça na panela. Ultimamente tem saído umas matérias explicando. Uma boa alternativa, né? Vamos tentar com a casca do coco triturada?

Marta, eu me lembrei de você enquanto escrevia rss.

Guilherme, sabia que você iria notá-la.

Anônimo, eles costumam usar tanto a comum como a Ipomea aquatica, mais fina. Mas já dei receitas com a comum aqui: http://come-se.blogspot.com.br/2010/06/spatzle-de-folhas-de-batata-doce.html
http://come-se.blogspot.com.br/2010/06/batata-doce-folhas-e-docinhos-coloridos.html
http://come-se.blogspot.com.br/2010/06/batata-doce-folhas-e-docinhos-coloridos.html

E vou fazer outro post hoje.

Camila, Sim, são elas. As capuchinhas não são difíceis de brotas.

Um abraço, n

CAMILLY ENES TRINDADE disse...

Quer dizer, passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que eu poderia passar na faculdade sem estudar, quando chegou à disciplina de orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Estava fácil passar na Fernanda em orgânica 1, eu só não estudei, porque eu achei que você iria me dar cola, se você não iria me dar cola, podia ao menos me avisar.

Eu ainda me lembro quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica na Fiocruz, no Laboratório de Pesquisas em Leishmanioses (IOC- Fiocruz), será que o pessoal da Fiocruz sabe que você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath?

Você ainda publicou um artigo científico chamado Correction: Gene deletion as a possible strategy adopted by New World Leishmania infantum to maximize geographic dispersion:

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40875641/

 

Será que você escreveu esse artigo usando o Photomath?

Você ainda faz parte do Instituto Social para Motivar, Apoiar e Reconhecer Talentos (ISMART). Será que você usa o Photomath no ISMART também?

Você ainda foi ao Rock in Rio, será que você usou o Photomath no Rock in Rio também?

Você ainda trabalhou na fórmula, será que você usou o Photomath na fórmula também?

Você foi expulsa da Fiocruz e da GSK depois que eles descobriram que você não presta e que você passou colando na prova usando o Photomath, o próximo lugar que você vai ser expulsa vai ser da Thermo Fisher Scientific.

Por causa da sua queixinha que você foi fazer na coordenação da farmácia da UFRJ junto com o Gabriel Vasconcelos de Lucena e a Julia Tavares de Azevedo, algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele me matar, manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.