
Tem cara de que é de comer. A confirmar Numa manhã como esta agradeço sempre por morar no alto, por não dirigir, por trabalhar em casa, por ter um teto bom com quintal permeável, por poder andar e porque a dentista Yara que me atenderá às oito e pouco mora ao meu lado e tem consultório em casa. Isto com a maior tristeza pelos que sofrem no caos depois da chuva da madrugada que deixou São Paulo intransitável com gente à beira de um ataque de fúria. Ananda que trabalha no hospital da Aeronáutica não conseguiu chegar ao trabalho. Eliana certamente não virá e tudo na cidade estará de pernas pro ar. Enquanto isto, outros tipos de vida seguem seu rumo. Dendê continuou precisando do seu passeio matinal, os peixes da vizinha e amiga Rose esperavam pela minha visita e ração enquanto a família viaja e o gladíolo solitário no meio da grama continuou exibindo suas flores sem danos nas pétalas de seda rosa, agora emoldurando um pico do Jaraguá encoberto ao fundo. Mais chuva a caminho. Umas folhas de palmeiras cairam nas calçadas com a força do vento, e já trago pra casa pra aproveitar as bainhas e fazer uma arte que mostro nos próximos posts. E na calçada da gaúcha Rose cresceram uns cogumelos parecidos com os que comprei em Porto Alegre - mas acho que são um tipo de orelha-de-pau, a classificar. E que tenham um bom dia leitores e paulistas pois já me atraso para a dentista.






13 comentários:
Oi Neide, tudo bem? Estou me deliciando com seu blog :-)
Já copiei a receita do detergente (minha sogra faz sabão, achei uma boa idéia mandar prá ela... em casa, tenho dois meninos, será complicado fazer...) e também a dica da manteguina... e vou continuar passeando, tá?
Abraços,
Marcia
Também tenho dessas flores. Também agradeço.
Estou com um blog para Sandy e Junior http://napontadapata.blogspot.com , talvez Dendê queira participar :-)))
Também consegui ontem a dentista! Benzadeus!
Sempre vejo desses cogumelos por ai, mas o medo impera.
Esses estão bem bonitos!
Dani
Que lindo !!!!!
invejei tudo isto...quase tudo isto...morar no alto da serra, pelas bandas do rio grande..essa paisagem bucólica.. mas amiga..cá entre nós..dirigir é bom por demais querida...é a sensação de maior liberdade que já provei...tente! heheh..bjim
Marcia, bom passeio, então. Obrigada!
Angela, adorei o blog dos cachorros. Dendê quis comentar sobre aquela meia rsss. Manda dizer que nem morta.
Dani, eu também sou cautelosa. Mas vou pesquisar.
Cacau, eu não moro na serra, mas num bairro alto. E não é Rio Grande. É São Paulo, capital, no meio do caos. Quanto a dirigir, obrigada pelo conselho, mas já tentei, tenho carta, e não gostei. Já senti alguma falta, mas hoje me sinto bem livre não dirigindo e não tendo carro. Quanto menos tenho, mais livre me sinto. Mas entendo esta sensação de quem gosta de dirigir.
Um abraço, N
Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns, apenas uma vez.
É uma piada velha, mas gosto dela.
Onde é que você mora Cacau? Com certeza não é em São Paulo. Faz seis anos passei meu carro nos cobres e estou vivendo livre de um trambolho insalubre, caro, chato e lerdo. Tenho feito meus deslocamentos a pé, de bicicleta ou transporte público. De bicicleta é o mais gostoso. Fiquei 35 anos sem pedalar, mas voltei a sentir o gosto de ser moleque com o diabo da magrela. Recomendo fortemente, como dizem los gringos. E estou usando o mesmo número de roupa que há 30 anos atrás.
Mariano É bom saber!!
bj,n
Olá, boa noite!
Eu venho te convidar a visitar meu blog de Poesias. Se gostar e quiser me SEGUIR, fique à vontade, vou adorar ter seus coments. Eu já te SIGO com ALEGRIA.
Abraços,
João Ludugero, poeta.
www.ludugero.blogspot.com
Até mais!
Olá,Neide
Estou bem atras no tempo...não sei se vais ler....mas amei teu "post", poético...não sei se vc é filósofa, poeta, botânica, educadora, professora,escritora, fotógrafa...e atleta?
O Mariano vai de bicicleta e vc?
grande abraço do Ceará
Cristina
Cristina,
não sou nada disto, mas invejo quem é. Eu vou a pé.
Um abraço, N
Você é muito corajosa para me xingar em grupo de WhatsApp, todavia me ver pessoalmente na faculdade e não tem coragem de falar uma palavra comigo. Você não vai me calar, eu sei muito que você é desleal com os outros.
A sua namorada nem é advogada, a sua namorada é estagiária de direito. Sim, eu já descobri quem é a sua namorada.
Pode falar para a sua namorada, que aqui na minha rua tem uma boca de fumo, que aqui na minha rua funciona um ferro velho clandestino, que fica fornecendo material para os traficantes fazerem barricada.
Durante as férias, os bandidos fizeram uma festa, deixaram a música ligada no último volume a madrugada inteira, os traficantes só desligaram a música depois que o dia amanheceu.
Pode falar para sua namorada que é estagiária de direito, que aqui na minha rua quem manda é o crime organizado.
Você ainda participou do roubo dos produtos do CAFAR.
Você roubou os produtos do CAFAR e continua fazendo IC no LAPRONEB como se nada tivesse acontecido.
Você ainda faz parte do CLAA do AFIRMASUS, será que você vai roubar os produtos do CLAA do AFIRMASUS, igual você roubou os produtos do CAFAR?
Depois que você roubar os produtos do CLAA do AFIRMASUS, talvez você seja expulsa igual você foi expulsa do CAFAR por ter roubado os produtos junto com as suas amigas.
Você é a prova que vale a pena agir de forma desonesta, já que fica impune.
Você ainda foi no 10th Brazilian Conference on Natural Products (BCNP) em Minas Gerais, eu nunca participei de um congresso e eu nunca pus os pés em Minas Gerais.
Eu contei a Maria Isabel quem você é de verdade e o que você fez comigo, eu mandei que ela te expulsasse do LAPRONEB, a Maria Isabel falou que você iria me processar e que eu estava fazendo ACUSAÇÕES LEVIANAS.
PQP, eu peço para Maria Isabel fazer algo para mim e ela vem me ameaçando de processo criminal, não é porque a Maria Isabel é professora da UFRJ que ela pode ficar ameaçando os outros.
Eu estou esperando você me processar, vamos ver se você tem a capacidade de fazer isso. Chama à polícia, eu estou esperando a polícia chegar. Na cadeia tem bandido, na cadeia tem traficante, o que não tem na cadeia é você, a Natalie Tavares Delgado. Eu espero que eu morra na cadeia, no cemitério tem espaço para mim, no cemitério, eu vou ser aceito, o único lugar que não tem espaço para mim, é nos laboratório de química da UFRJ. No cemitério não existe preconceito, discriminação e nem exclusão, o único lugar que existe essas coisas é dentro da UFRJ. No cemitério, eu vou ser tratado feito gente e não feito bicho, igual eu sou tratado pelos alunos do curso de farmácia da UFRJ. A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.
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