quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Caril de ovos

Ops, quase perco tudo. Biju não perde tempo. 
Como podem ter percebido (ou, pelo amor de deus, ninguém percebeu minha falta?), tenho tido pouco tempo para o blog. E não só para o Come-se, mas para tudo (vá lá, tenho postado algumas fotos no Instagram só pra não perder o costume e o momento). Este ano não tem sido nada slow. Quando vou a Piracaia, e até isto tem sido raro nos últimos meses, é sempre na correria, sem tempo de programar o que vamos comer. Acaba que o almoço é sempre improvisado. E o jantar, não menos.  Conto com a sorte de encontrar por lá ovos trazidos pelos caseiros além de mandioca do nosso mandiocal, mamão verde, verduras e muito tempero. Mantenho por lá potinho com pó de curry que eu mesma fiz e especiarias como cominho, grãos de coentro, feno grego e grãos de mostarda. Plantas aromáticas nunca faltam: manjericão, salsa, coentro, folhas de curry, cebola, cebolinha, cúrcuma, pimenta, gengibre, salsa etc. Não deixo faltar também manteiga e um vidrinho de leite de coco - prefiro fazer com o coco, mas nem tudo pode ser sempre como a gente quer, e latas de tomate pelado, já que nem sempre tem tomates por lá. Neste fim de semana tinha.


Tudo isto e mais os ovos, pronto, tem aí uma boa provisão para preparar uma variedade enorme de pratos.  Porém, acabo escolhendo fazer o mais fácil e rápido. Por isto, a gente come tanto este prato, do modo mais tradicional ou variações com o que é possível encontrar no momento. É só fazer um molho de curry ou mesmo de moqueca e jogar aí alguns ovos cozidos, inteiros ou em metades, junto com temperos frescos, especiarias, leite de coco e gotas de limão. Com um arroz rápido e branco, resolve e agrada.

Curry ou Caril de ovos

6 ovos cozidos
1 colher (sopa) de ghee ou óleo
1/2 colher (chá) de grãos de cominho
1/2 colher (chá) de grãos de mostarda
1/2 colher (chá) de grãos de feno-grego
2 galhos de folhas de curry - opcional
1 cebola pequena picada
1 colher (sopa) de raiz de cúrcuma ralada ou 1/2 colher (sopa) de cúrcuma em pó
2 pimentas dedo-de-moça sem sementes picadas
1 tomate picado
1 colher (chá) de pó de curry
1/2 colher (chá) de sal ou a gosto
200 ml de leite de coco
1 colher (sopa) de suco de limão
Folhas de coentro ou de salsa a  gosto

Descasque os ovos e corte-os ao meio. Numa frigideira aqueça a gordura com as especiarias (cominho, mostarda e feno grego) e as folhas de curry, se for usar. Quando o cominho começar a pipocar, junte a cebola, a cúrcuma, a pimenta, o tomate, o pó de curry, sal e água que cubra. Deixe cozinhar um até formar um molho denso. Junte o leite de coco, mexa bem, deixe ferver, junte o suco de limão, misture, prove e corrija o sal, se necessário. Junte os ovos com cuidado e coloque o molho por cima deles com delicadeza. Quando voltar a ferver, é só desligar o fogo, espalhar folhas de coentro ou salsa (ou cebolinha, o que tiver) e servir. Rende: 6 porções

Este, fiz outro dia já não me lembro como. Sei que, pela foto, é sem tomates.  

 


5 comentários:

Anônimo disse...

Nossa Neide deu água na boca,eu adoro comida fazer e comer agora ando numa Dieta por causa da Diabete não queira mais ficamos amigas como tenho restrições ando sem opção,vou fazer este pratoBjs (Diulza)

Anônimo disse...

Neide, tá bonito demais!
Vou fazer hoje no jantar.
Bjo ana

Anônimo disse...

Neide, foi um sucesso o jantar hoje , esse delicioso caril de ovos, sem dúvida irá entrar no
cardápio aqui de casa.
Suas receitas são sempre um aprendizado de aromas e sabor.
Valeu demais, muito obrigado.
Bjo ana






Uakari disse...

Delícia! Vou testar a receita. Só vou poupar por enquanto a minha planta do curry porque ainda está muito pequena.
David Kim.

BRUNA COELHO DE ALMEIDA disse...

Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, você pagou outra pessoa para fazer a sua prova de orgânica 1 com a Lages durante o EAD. Ficou com o CR 7, faz IC com bolsa, publicou 4 artigos científicos e não conseguiu nem passar em bioestatística. Quer dizer que colou a beça durante o EAD e quando as aulas presenciais começaram você não conseguiu colar e ficou reprovada.

Eu me lembro que você tinha escrito no grupo do noturno, que a professora particular, que você tinha indicado era péssima, que você tinha pagado uma professora para fazer a prova de Lages junto com você, que você fez a prova da Lages apenas baseada nos seus conhecimentos e depois ela não quis devolver o dinheiro. Você pagou outra pessoa para fazer a prova para você e você ainda publicou 4 artigos científicos. Quer dizer, você paga uma pessoa para agir de forma desonesta e depois quando você faz uma escolha ruim, você ainda vem reclamar?

Toma vergonha na cara. Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram, no Linkedin e no currículo lattes:

 

https://www.instagram.com/brucoelho88/

 

https://br.linkedin.com/in/bruna-coelho-492938256

 

http://lattes.cnpq.br/5568912774142722

 

Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:

 

https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763

 

É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a prova que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.

 

 

Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.

 

Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.