domingo, 11 de agosto de 2013

A primeira flor de ipê

Estarei fora nesta semana. Não sei se daqui a 15 dias terei tempo de ver o pé de ipê da chácara carregado como promete, mas ao menos a primeira flor pude ver e fotografar. Ao Come-se retorno no dia 19. 

Vou primeiro para o Congresso da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição - Sban, em Foz do Iguaçu (http://www.meetingeventos.com.br/site/inicio.asp?action=PC&congresso=SBANXII - 
http://www.sban.org.br/congresso2013/index.php ) e depois para o Mundo Gastronômico, (http://mundogastronomico.up.com.br) em Curitiba. Em ambos vou falar de plantas alimentícias não convencionais. 

Inté! 



5 comentários:

Anônimo disse...

Boa viagem Neide pois tu não se sossega mais o bom é que vem novidades.(Diulza)

Flávia disse...

Neide!

Vou cobrir o Mundo Gastronômico pela revista Bom Gourmet, da Gazeta do Povo, e fiquei superfeliz quando vi seu nome na programação. Espero te conhecer ao vivo!

Beijo,
Flávia.

Adrina disse...

Neide, vou te contar uma história. Há alguns anos, mamãe viu um ipé soltando sementinhas. Catou algumas no chão e pediu ao meu tio que fizesse as mudas. Tio Paulo, que já está no céu das pessoas boas, com muito afinco cuidou e tirou 1 única mudinha. Mamãe plantou a muda no micro-quintal e lutou com afinco contra as formigas que comiam os brotinhos. Depois de 5 anos, a arvorezinha vingou e ela viu que dela saiu... um caqui. Não sabemos se ela pegou semente trocada, se o tio Paulo se enganou ou se ele fez de piada (como ele já partiu, não saberemos por hora), mas virou piada na família o ipê-amarelo que deu caqui. Adoro seu blog, acompanho há muito tempo.

Neide Rigo disse...

Obrigada, Diulza. Foi ótima a viagem.

Flávia, adorei te conhecer.

Adrina, esta história é engraçada. Já aconteceu comigo também. As sementes de ipê e de caqui são muito diferentes, por isto acho que seu tio pregou uma peça.

Um abraço,n

GUILHERME DE SOUSA BARBOSA disse...

Você pega o mesmo ônibus que eu, você já fez bioinorgânica junto comigo, a primeira vez que você veio falar comigo foi ano e foi para ameaçar me bater. Mesmo sem eu ter feito nada contra você. Você devia ter cumprido a ameaça e me espancar até a morte. Morrer para mim é lucro, sofrimento para mim é ver uma pessoa violenta igual a você se dando bem na vida.

Nada justifica a violência, a violência é à força do fraco, o fraco não tem argumento e nem autoridade para conseguir o que quer e tem que conseguir as coisas na base da violência.

Depois que você ameaçou me bater, mesmo sem eu ter feito nada contra você, a sua amiga a Julia Tavares de Azevedo foi fazer queixa sobre mim, lá na coordenação da farmácia da UFRJ, por causa da queixinha que a Júlia Tavares de Azevedo fez sobre mim, algum FDP da coordenação da farmácia vazou as minhas informações pessoais para quem nem me conhece e nem estuda mais na UFRJ.

Se esse FDP da coordenação da farmácia da UFRJ, que vazou as minhas informações pessoais, achou que iria me calar, não funcionou. Medo é para quem tem algo a perder, eu não tenho nada a perder, não sobrou mais nada para mim.

Você devia pensar antes de se meter nos problemas dos outros.

Você ainda faz iniciação científica com bolsa da FAPERJ no laboratório Roderick A. Barnes, será que o Alessandro sabe que você fica ameaçando os outros na faculdade?

Você ainda fez estágio em farmácia comunitária, lá na clínica da família Rodolpho Rocco, será que você ameaçou os outros também lá?

Você ainda está fazendo estágio em operações em pesquisa clínica na ARTHA Research e estágio em farmácia hospitalar no hospital municipal Francisco da Silva Telles, será que você fica ameaçando os outros nesses lugares também?

Eu sei tudo sobre você, eu achei o seu perfil no Instagram, no Linkedin e no Lattes:

https://www.instagram.com/gs_baarbosa/

 

https://br.linkedin.com/in/guilherme-dee-sousa-barbosa-3b7a7a25a

 

http://lattes.cnpq.br/0814134791537799

 

Já que você foi homem o suficiente para ameaçar me bater mesmo sem eu ter feito nada contra você, você também é homem o suficiente para vir aqui na boca de fumo, que funciona na parte de cima da minha rua e mandar o traficante me matar, aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornecesse material furtado para os traficantes fazerem barricadas. Melhor ainda, pega um fuzil com um traficante e dá um tiro na minha cabeça, morrer para mim é lucro, sofrimento é depois de tudo o que você fez comigo, eu ainda ser obrigado a ser da mesma turma que você das disciplinas de Citopatologia Clínica Aplicada e Toxicologia.