Estas foram colhidas aqui em São Paulo, no quintal da minha casa no bairro da Lapa. Estavam embrulhadas em saquinhos de voal e por isto cresceram compactadas no limite do pano, limpas, perfumadas, enceradas, doces como mel. Foram comidas, chupadas, sugadas, polpa, casca e sementes crocantes bem mastigadinhas. As últimas da safra. As próximas, só no final do ano. As primeiras, o dobro destas, viraram aquela cuca de uvas que comi com café, nhac!


