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| Orelhas-de-padre em vários estágios, couve, pimenta, cará-moela, manjericão |
Para quem está chegando agora e não tem ideia de que orelhas são estas, talvez seja ilustrativo ler antes os posts (ou, vá lá, dar uma passada d´olhos nas fotos):
http://come-se.blogspot.com/2009/08/orelha-de-padre-resposta-charada-do.html
http://come-se.blogspot.com/2010/06/quintal-produtivo.html
http://come-se.blogspot.com/2010/07/orelha-de-padre-lab-lab-feijao-mangalo.html


Já está virando tradição chegar esta época do ano e vir aqui meu amigo Celso Fioravante para colher orelha-de-padre que forra a cerca. É quando se podem encontrar vagens em vários estágios: verdes para comer como ervilha-torta, maduras com feijões graúdos e macios como favas, e secas com os feijões já duros, bons para guardar ou cozinhar como feijões. Eu acho ótimo porque a produção é grande e eu não dou conta nem de colher nem de comer tudo. A gente brinca que é trabalho de "a meia" como dizem na roça. Ele colhe muito, eu fico com um pouco e está tudo certo. E ainda acaba levando cará-moela, couve, pimenta, manjericão etc. Um trabalhão sem fim. Até Eliana entrou na dança ajudando a separar as vagens por categoria. Só paramos para o almoço que teve refogado de vagens verdinhas e planas, que roubei da colheita dele, acompanhando arroz, fritada, repolho com camarão seco e um pão que tinha acabado de fazer. Julgamos justo abrir uma lata de cerveja para o almoço ficar mais divertido. E esta foi a quarta-feira por aqui que encerrou com um lindo por do sol no Pico do Jaraguá.


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| Eliana e Celso separando as vagens |


