segunda-feira, 6 de junho de 2011

Selvagerias urbanas



Calma, ainda não voltei.  Mas já retornei para Belém, da Ilha do Marajó, onde estive durante toda esta última semana. Eu, escrevendo e James Oseland, editor chefe da Revista Saveur, fotografando. Foram dias tão férteis que me sinto como se estivesse fora de casa há mais de um mês. Nos próximos dias, vou mostrar algumas coisas, mas não tudo, até sair o artigo na revista americana, que pode demorar um pouco.  Enquanto não mostro a paisagem rústica do Marajó, deixo aqui a matéria do Paladar sobre selvagerias urbanas. Na semana anterior à minha viagem fizemos (as jornalistas do Paladar, Janaína e Olívia, o fotógrafo e eu)  uma incursão, não de canoa por igarapés como ainda me é recente nas lembranças de Soure, mas sim a pé pelas avenidas asfaltadas e praças do meu bairro. Foi divertido ver as meninas fotografando baixinho matos anônimos, chupando cana urbana e cheirando a citronela das saúvas locais. Para quem não viu o jornal, seguem os links das quatro páginas do jornal. De lambuja, vai um vídeo feito pela Janaína mostrando um pedaço do nossa caçada.

Capa, Página 4, página 5, página 6.

http://tv.estadao.com.br/videos,SELVAGERIAS-URBANAS,139660,49,0.htm
Nota: este é o link do site do Paladar, com outras coisas que não tem no jornal - http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos+paladar,brotos-do-asfalto,4485,0.shtm

10 comentários:

Nadia Marrach disse...

Neide, li a reportagem no Paladar e graças a você e a essa preciosidade que é o Come-se, a maioria dos "matinhos comestíveis" já me é familiar!!!!

Beijos e até a volta!

Deborah Martin Salaroli disse...

Essas viagens deixam a gente de bateria nova, né?
Adorei
Bjs

*Ah, tem promoção lá no meu blog. Aparece lá e tente sua sorte. Quem sabe vc não ganha um delicioso kit Tirolez com fondue e tudo?

Angela Escritora disse...

Os links dos textos não rolaram!!Saudades!!

Angela Escritora disse...

Adorei o video, você me pareceu mais magra! ah.. fico sonhando com o dia em que te receber e dar uma volta na região!!!!!!!!!!!!!!Eu sou cega pra isso.

Yara disse...

Então.... Faz muito tempo que acompanho suas aventuras pelo Blog (não me conformo de terem sujado o banco da praça de novo) e como legítima leitora folgada queria pedir mais: um livro!
Queria um livro com fotos das plantinhas encontradas nas ruas e praças de São Paulo, junto com as receitas. Heim, heim??? Daí poderíamos pegar as crianças e fazer verdadeiras caças ao tesouro? Heim, heim????
Beijos, adoro seu blog e seu trabalho.
Yara

Lilian, a mãe do Gabriel. disse...

Boa noite Neide,
Tava com saudade de seus posts...volta logo! Boa semana.
Paz e muita Luz sempre...

Neide Rigo disse...

Nadia, que bom saber disso!

Deborah, tudo novo!

Angela, ué, será que ninguém está conseguindo acessar ou foi só você? Que bom que gostou do vídeo. Eu sempre me estranho, pareço não me reconhecer. Mas é isto aí que sou, né?

Yara, que bom que comentou. Vou pensar na sua ideia. Quem sabe um dia...

Lilian, obrigada! Os posts estarão de volta.

Um abraço, N

Gabriele disse...

Oi Neide
Adorei o vídeo, quer dizer que a gente nem se da conta que podem ter diversos "matinhos comestíveis" no meio da cidade que podem ser até melhores do que os vendidos no mercado? Fiquei encantada :)
Obs.: também não consegui acessar os links.

Beijos

Neide Rigo disse...

Gabriele,
acesse este aqui, que funciona: http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos+paladar,brotos-do-asfalto,4485,0.shtm
É diferente do jornal, mas tem outras coisas, incluindo o vídeo.
Um abraço, N

JULIA TAVARES DE AZEVEDO disse...

Você passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me fez acreditar que dava para passar na faculdade sem estudar, quando chegou em orgânica 1, você decidiu que não iria me dar cola e não me avisou nada. Esse foi o motivo de eu ter ficado reprovado em orgânica 1 pela primeira vez. Eu ainda me lembro, quando eu descobri que você estava fazendo iniciação científica com bolsa no laboratório de imunofarmacologia e inflamação. Foi então que eu notei que você apenas fingiu que era uma pessoa boa no primeiro semestre, no segundo semestre em diante, você mostrou quem você é de verdade, você não passa de uma egoísta que só pensa em si mesmo.

“Eu estou com a minha graduação toda atrasada por sua culpa”.

Você ainda abriu a empresa Dye my Bag com o dinheiro da sua bolsa de IC, você ainda está fazendo estágio na Farmoquímica, será que o pessoal na Farmoquímica sabe quem você é de verdade?

Você ainda é professora particular, será que você ensina os seus alunos a colarem na prova também?

Você ainda vai se casar com um homem. Será que o seu noivo sabe quem você é de verdade?

Eu já mandei um e-mail para o projeto de extensão chamado Princípios Ativos - uma Abordagem de Ensino Pesquisa e Extensão, te denunciando contando tudo o que você fez comigo e pedindo que você fosse expulsa. Uma pessoa que passa na prova colando não merece fazer parte de um projeto de extensão cheio de pessoas que passam na prova estudando. Infelizmente o meu e-mail foi ignorado e você continua como membro do projeto de extensão, segundo o seu próprio perfil no Instagram:

https://www.instagram.com/p/DaHQQNcsFGD/



Ano passado, o seu amigo Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Depois que ele fez isso, você junto com os outros alunos da Fernanda foram fazer queixinha sobre minha na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Até agora eu não estou acreditando no que aconteceu comigo. Se esse FDP achou que iria me calar, pode ter certeza que ele não conseguiu. Quer dizer, eu faço a vontade da coordenação da farmácia e tenho as minhas informações pessoais vazadas. Medo é para quem tem algo a perder, você já tirou tudo de mim, no momento que você me abandonou em orgânica 1. Parabéns você destruiu a minha vida.

Pode mandar o seu amigo, o Guilherme de Sousa Barbosa cumprir a ameaça e me matar logo, manda ele aparecer aqui na boca de fumo que tem em cima da minha casa pegar um fuzil com o traficante. Aqui em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.

A vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte, eu não vou perder a minha bolsa.