pode chutar mais de uma vez? eu chutaria raiz de bardana jovem ou raiz de algum mamoeiro mais novinho, os que brotam na minha composteira podem se parecer com isso. mas algo me diz que estou errado.
Hum, não consegui adivinhar...parece algo cultivado dentro dágua...raiz de tabôa? aproximando a foto, consegui localizar um fio de cabelo e dois pelos grudados...o que é aquele fundo azul da foto???
Numa primeira olhada parece o miolo da cenoura, daquelas duras....mas a parte escura não me parece com ela não! Estou torcendo para que seja algo inusitado, daquelas coisas que a gente nem imagina que se possa comer!!! Tomara!!!
Obrigada, caros leitores. A Maria Amélia foi a primeira a responder e de cara acertar. Achei que tinha perdido a graça e que todos iriam copiá-la, mas felizmente a brincadeira continuou divertida e surgiram vários palpites (por favor, quando a coisa for muito fácil e todos acertarem, não brinco mais - então, obrigada aos que acertaram e também aos que tiveram outra opinião).
Paulo, o pelo e o cabelo foram porque os miolos de cenoura já estavam na compostagem quando resolvi fotografar. O fundo é a mesa do quintal - toda suja de terra, pois tinha acabado de plantar coisas antes.
Eu ainda me lembro quando eu fiz bioinorgânica junto com você, você saiu da P1 falando:
- Tinha que ter puxado bioinorgânica com o Garrido, estava muito fácil de colar.
Aí depois disso eu descubro que você estava fazendo iniciação científica com bolsa junto com o Roberto Carlos e ainda publicou esse artigo científico:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39251148/
O Roberto Carlos deve ter escrito esse artigo sozinho e deve ter colado o seu nome, você não deve ter escrito uma linha sequer desse artigo científico, se você não tem capacidade de passar estudando na prova de bioinorgânica, você também não tem capacidade de escrever uma linha sequer de um artigo científico.
A Ana Luiza Vidal Pimentel dos Santos deve ter ficado com a sua bolsa, outra que também não presta, eu sei muito bem que a Ana Luiza Vidal Pimentel dos Santos é que fica cadastrando o meu nome sem a minha autorização no site de uma imobiliária e de funerária.
Agora você, Thamires Ferreira de Freitas vai se formar como farmacêutica, graças ao CR 7 que você conseguiu colando na prova. Você representa o que a UFRJ tem de pior.
Se você morasse aqui na rua a história seria bem diferente. Em cima da minha rua funciona uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.
Obrigada por comentar. Se você não tem um blog nem um endereço gmail, dá para comentar mesmo assim: É só marcar "comentar como anônimo" logo abaixo da caixa de comentários. Mas, por favor, assine seu nome para eu saber quem você é. Se quiser uma resposta particular, escreva para meu email: neide.rigo@gmail.com. Obrigada, Neide
Parece o miolo da cenoura.
ResponderExcluirAspargo ou cavalinha
ResponderExcluirRuibarbo
ResponderExcluirCreeedo!
ResponderExcluirDessa vez não vou nem arriscar.
que saudades de o que é o que é!
ResponderExcluirpode chutar mais de uma vez?
eu chutaria raiz de bardana jovem ou raiz de algum mamoeiro mais novinho, os que brotam na minha composteira podem se parecer com isso.
mas algo me diz que estou errado.
Parece mesmo o miolo da cenoura
ResponderExcluirTambém acho que é miolo de cenoura!
ResponderExcluirParece bardana será que é ???
ResponderExcluirTambém achei que é miolo de cenoura, daqueles endurecidos!!!
ResponderExcluirCátia Milhomens
Hum, não consegui adivinhar...parece algo cultivado dentro dágua...raiz de tabôa? aproximando a foto, consegui localizar um fio de cabelo e dois pelos grudados...o que é aquele fundo azul da foto???
ResponderExcluirDessa vez não vou nem arriscar.
ResponderExcluirSeriam cenouras que envelheceram na terra e apodreceram, sobrando só o miolo endurecido????
ResponderExcluirNuma primeira olhada parece o miolo da cenoura, daquelas duras....mas a parte escura não me parece com ela não! Estou torcendo para que seja algo inusitado, daquelas coisas que a gente nem imagina que se possa comer!!! Tomara!!!
ResponderExcluirObrigada, caros leitores. A Maria Amélia foi a primeira a responder e de cara acertar. Achei que tinha perdido a graça e que todos iriam copiá-la, mas felizmente a brincadeira continuou divertida e surgiram vários palpites (por favor, quando a coisa for muito fácil e todos acertarem, não brinco mais - então, obrigada aos que acertaram e também aos que tiveram outra opinião).
ResponderExcluirPaulo, o pelo e o cabelo foram porque os miolos de cenoura já estavam na compostagem quando resolvi fotografar. O fundo é a mesa do quintal - toda suja de terra, pois tinha acabado de plantar coisas antes.
Obrigada, um abraço,
Neide
Ah, sim, o post resposta está aqui: http://come-se.blogspot.com.br/2013/10/cenoura-como-nunca-vi-ou-pao-de-cenoura.html
ResponderExcluirUm abraço,n
Eu ainda me lembro quando eu fiz bioinorgânica junto com você, você saiu da P1 falando:
ResponderExcluir- Tinha que ter puxado bioinorgânica com o Garrido, estava muito fácil de colar.
Aí depois disso eu descubro que você estava fazendo iniciação científica com bolsa junto com o Roberto Carlos e ainda publicou esse artigo científico:
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39251148/
O Roberto Carlos deve ter escrito esse artigo sozinho e deve ter colado o seu nome, você não deve ter escrito uma linha sequer desse artigo científico, se você não tem capacidade de passar estudando na prova de bioinorgânica, você também não tem capacidade de escrever uma linha sequer de um artigo científico.
A Ana Luiza Vidal Pimentel dos Santos deve ter ficado com a sua bolsa, outra que também não presta, eu sei muito bem que a Ana Luiza Vidal Pimentel dos Santos é que fica cadastrando o meu nome sem a minha autorização no site de uma imobiliária e de funerária.
Agora você, Thamires Ferreira de Freitas vai se formar como farmacêutica, graças ao CR 7 que você conseguiu colando na prova. Você representa o que a UFRJ tem de pior.
Se você morasse aqui na rua a história seria bem diferente. Em cima da minha rua funciona uma boca de fumo, em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes fazerem barricadas.