
Como já disse no segundo post sobre o jantar com a Mari Hirata, kimpira é um modo de preparo de legumes, que são refogados numa frigideira com um pouco de óleo (de preferência de gergelim) com pimenta e depois temperado com molho à base de shoyu, sake, mirim e dashi. O kimpira de gobo (ou bardana, como conhecemos por aqui aquela raiz bem fininha que, além de deliciosa, é aclamada por suas propriedades medicinais) foi preparada pela Mari da mesma forma que a raiz de lótus ou renkon (vejam parte 2). Lava-se bem as bardanas e raspa só um pouco a superfície com uma faca, sem tirar muito da pele, pois é onde se concentra o aroma. Vá deixando numa bacia com água para não escurecer. Corte em segmentos de uns 4 centímetros, depois em fatias finas e, por fim, em palitos, como os que aparecem na foto. Faça o mesmo com cenouras. Numa frigideira grande, aqueça óleo de gergelim e uma pimenta seca rasgada em pedaços (ou um pedaço de pimenta dedo-de-moça picada em fatias) e junte a bardana e a cenoura bem escorridas. Refogue, mexendo sempre, até ficarem macias, mas ainda crocantes. Em seguida, junte o molho à base de soja, shoyu, sake e dashi (veja receita abaixo). Chacoalhe bem a frigideira até todos os pedacinhos estarem envoltos com o molho. Polvilhe com gergelim torrado e sirva com arroz. Assim como o renkon kimpira, pode ser guardado na geladeira por até 4 dias e servido frio.
Para o molho: misture partes iguais de shoyu, mirim* e sake; depois é só ir colocando Dashi* até o ponto de sal que achar necessário para a receita; lembrando que o shoyu é bem salgado). Chachoalhe a frigideira com o molho e espere secar um pouco. Está pronto. Se achar que não ficou temperado o suficiente, faça outra mistura e junte à preparação, aos poucos. Existe deste molho já pronto (Kombu dashi tsuyu, da marca Yamasa) e pode ser comprado rm lojas de produtos orientais. Foi o que ela usou, porque acha mais saboroso. Mas, se não o encontrar, use a misturinha que ela ensina que também dá certo e os ingredientes são fáceis de encontrar, até em alguns supermercados.
Para o molho: misture partes iguais de shoyu, mirim* e sake; depois é só ir colocando Dashi* até o ponto de sal que achar necessário para a receita; lembrando que o shoyu é bem salgado). Chachoalhe a frigideira com o molho e espere secar um pouco. Está pronto. Se achar que não ficou temperado o suficiente, faça outra mistura e junte à preparação, aos poucos. Existe deste molho já pronto (Kombu dashi tsuyu, da marca Yamasa) e pode ser comprado rm lojas de produtos orientais. Foi o que ela usou, porque acha mais saboroso. Mas, se não o encontrar, use a misturinha que ela ensina que também dá certo e os ingredientes são fáceis de encontrar, até em alguns supermercados.
Mirim - é um sake adocicado usado na cozinha. Eu sempre dou uma bicadinha porque é uma delícia.
Receita de Dashi caseiro (receita da Mari Hirata)
15 g de alga kombu
2 litros de água
50 g de katsuo bushi (lascas de bonito seco) Limpe levemente a alga kombu com um pano seco, coloque numa panela e cubra com a água fria. Leve ao fogo médio e, antes que ferva, desligue o fogo (não deixe ferver, se não o caldo amarga e fica gosmento). Coloque as lascas de peixe seco e leve ao fogo. Quando começar a ferver, abaixe o fogo e deixe mais 5 minutos, sem deixar ferver (para o caldo não turvar e o aroma não se perder). Coe o caldo cuidadosamente sobre uma peneira com papel ou pano. O caldo base está pronto para vários preparos japoneses. Ele fica melhor no dia, mas pode ser guardado na geladeira por até 3 dias ou congelado por até 1 mês
Aguardem parte 4, 5, 6 (ainda tem coisa deste jantar com a Mari Hirata)
Adoro como explicas tudo, bem detalhadamente.
ResponderExcluirOi, Valentina! Olhe quem fala...
ResponderExcluirbjs, n
Você nem faz parte do curso de farmácia e fica arrumando confusão no curso dos outros. Eu não me esqueci, quando há alguns anos atrás você ligou para a minha casa a mando da Gabriela Santana Andrade para me passar um trote. Você falou que era a Simone da minha turma de analítica 1 e depois começou a rir quando eu notei que era trote. Eu fiquei um ano inteiro morrendo de medo de você e da Gabriela Santana Andrade.
ResponderExcluirDepois eu descobri que você fazia pedagogia no campus da praia vermelha. Você nem fazia o curso de farmácia e foi arrumar treta no curso dos outros. Se você tivesse um trabalhinho, você não ficava arrumando confusão no curso dos outros. Fica comprando a dor dos outros e arrumando confusão no curso dos outros. Falta do que fazer. Isso aconteceu ainda sexta-feira, porque sábado não tem aula, então se a treta desse errado, a Gabriela Santana Andrade não precisaria me ver na faculdade no dia seguinte. Agora você se formou em pedagogia. O seu poder na faculdade acabou no momento em que você se formou. Você agora é uma professora particular da Rede Elite de Ensino, será que as pessoas na rede elite de ensino sabem quem você é de verdade?
Será que você ensina os seus alunos a passar trote para casa dos outros se passando por outras pessoas também?
Eu sei tudo sobre você, eu inclusive achei o seu perfil no Instagram e no Linkedin:
https://www.instagram.com/bprocession/
https://br.linkedin.com/in/ana-beatriz-procession-57b709214
Mas você também amiga da Beatriz Ribeiro de Oliveira, que é incapaz de passar em qualquer disciplina sem colar na prova, a Beatriz Ribeiro de Oliveira fica falando na faculdade para todo mundo ouvir que escondeu a cola da professora, ela falou tão mal da Lages, rodou todos os professores de química orgânica e só consegui passar em orgânica 1 graças a Lages agora a Beatriz está falando bem da Lages, a Beatriz inclusive publicou esse artigo científico:
https://www.mdpi.com/2072-6643/17/17/2763
É isso o que acontece com quem cola na prova e fala mal dos outros, publica um artigo científico. A Beatriz Ribeiro de Oliveira representa tudo o que há de errado na faculdade, ela é a professora que vale a pena colar na prova, ela é a prova que a coordenação da farmácia da UFRJ fecha os olhos para quem cola na prova, ela fica se fazendo de santa, mas no fundo ela não presta. Eu sinto vergonha de ser obrigado a ser da mesma turma de um ser tão desprezível como a Beatriz Ribeiro de Oliveira.
Pode mandar o seu amigo o Guilherme de Sousa Barbosa que me ameaçou mesmo sem eu ter feito nada contra ele, me matar. Manda o Guilherme de Sousa Barbosa aparecer na boca de fumo que tem aqui perto de casa e mandar os traficantes me matar, aqui do lado da minha casa funciona um ferro velho clandestino que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas.
Eu não tenho nada a perder, a vida é boa para quem faz iniciação científica, para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa de iniciação científica.