quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Paladar - Cozinha do Brasil. A aula da horta esquecida



Fotos: Tanya Volpe
Na sexta-feira, primeiro dia do evento Paladar - Cozinha do Brasil, dei uma palestra chamada "Tinha uma horta aqui - do jacatupé ao jiquiri". Levei o maior número possível de espécies encontradas nas hortas antigas, incluindo aquelas ervas espontâneas, ainda vivas como ervas urbanas, que colhi pela manhã nas praças aqui perto de casa e que costumam nascer em qualquer horta não capinada ou nos carreadores das roças de café: jiquiri, dente-de-leão, mentruz, beldroegas, tansagem, capiçoba ou maria-godó, serralha e serralhinha. Entre os tubérculos e raizes havia batata de taioba, inhame ou taro, cará, cúrcuma, quatro cores de batata-doce, mangarito e, claro, o jacatupé. E ainda havia as agarradeiras e rastejantes cucurbitáceas como caxi, maxixe, cruá, abobrinhas e vários tipos de chuchu. Outras culturas mais comuns como couves e ora-pro-nobis também mostrei. Sobre tudo isto já falei no Come-se. Basta ir à caixa de busca aí do lado.
Um agradecimento todo especial à super hiper mega assistente Georgia Bastos, leitora do Come-se (na foto da direita), que me ajudou voluntariamente nas três atividades que tive no evento. E à Tanya Volpe, que me cedeu suas fotos.

10 comentários:

Anônimo disse...

Neide querida!
Só cheguei aqui agora e que surpresa!
Que orgulho ver as minhas fotos no Come-se! Muito obrigada.
E, muito obrigada também por todas essa coisas incríveis que você descobre e partilha conosco!
grande beijo
Tanya

Gilda disse...

Neide
Foi uma trabalheira de matar, mas que beleza! Dar os parabéns é pouco. Vocês fizeram por merecer o reconhecimento até das galinhas, por mostrar o valor do aproveitamento integral. Fiquei encantada com tanta competência. Não é para qualquer um.

Lidia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lidia disse...

Admiro muito o seu trabalho!!

Mas preciso perrguntar: que tubérculos eram aqueles, martons e imensos, à eaquerda, na 2ª foto?!?

david era uma vez... disse...

Neide.. queria muito ter ido.. adoro esse negocio de, como diria minha mãe, "esse mato que se come".

Fêssora sempre arrasando

Abraços!

Anônimo disse...

querida, preciso reforçar mais uma vez e publicamente aqui, que ter sido sua assistente nesse evento magnifico que foi a edição desse paldar foi mais do que gratificante, pode contar comigo quando precisar!!!
beijão
georgia

Flávia Amaro disse...

Olá Neide,

Acabo de descobrir seu blog. Ainda não o explorei por completo, mais desde já a parabenizo pela iniciativa. É muito bom poder contar com postagens tão interessantes sobre assuntos que me apetecem.
Com relação a essa palestra em questão. Gostaria de saber em qual cidade aconteceu?

Neide Rigo disse...

Tanya, o orgulho é todo meu! Obrigada!

Gida, realmente a trabalheira compensou. Obrigada.

Lídia, acho que está falando dos inhames (com mais de 3 quilos) ou talvez dos jacatupés.

Pena que não pode ir David! Fica pra próxima.

Georgia, que bom saber disso! Obrigada.

Flavia, foi em São Paulo. Um evento do caderno Paladar, do jornal Estadão.

Um abraço, N

Anônimo disse...

Apenas há pouco descobri seu blog. amei, como não poderia deixar de ser. Vai uma pergunta para quem conhece tantos "matinhos": você conhece "lambari"? parabéns! abç Izabel.

Neide Rigo disse...

Izabel, seja bem vinda!
Já escrevi sobre a folhinha lambari aqui: http://come-se.blogspot.com/2008/11/stachys-lanata-ou-orelhas-de-coelho-ou.html

Veja se é esta de que está falando.

Um abraço, n